Globalização

Publicado em: 19/10/2018 Categorias: 2018 / Revive Israel

Asher Intrater

No ano passado, ao se apresentar perante a ONU, o presidente Trump discursou sobre o nacionalismo acima do globalismo; este ano, ele discursou sobre o patriotismo acima do globalismo – basicamente, o mesmo conceito.

Somos a favor da globalização? Certamente acreditamos em uma era de paz mundial como descrita em Isaías 2 e Miquéias 4. Porém, sabemos que isto somente acontecerá com o retorno do Messias, que governará e reinará em Jerusalém durante a era do milênio.

Neste meio tempo, e mesmo durante o período do milênio, há um propósito para que as nações se mantenham separadas. Trump discursou ao mesmo tempo em que a parte da Torá, Ha’azinu, era lida nas sinagogas judaicas:

Deuteronômio 32.8 – Quando o Altíssimo distribuía as heranças às nações, quando separava os filhos dos homens uns dos outros, fixou os limites dos povos, segundo o número dos filhos de Israel.

Os povos, ou nações, foram primeiro separados conforme as características tribais, fronteiras físicas e idioma (Gn 10). O apóstolo Paulo desenvolveu mais o tema deste versículo de Deuteronômio quando pregou em Atenas:

Atos 17.26 – De um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação.

Assim, de acordo com a Bíblia, é a vontade e o plano de Deus que haja fronteiras e distinções entre as nações, a fim de preservar a ordem e proteger a herança singular de cada um. As fronteiras globais nacionais são vistas como uma herança paralela para a posse israelita da terra de Canaã, uma extensão da aliança de Deus com o povo de Israel.

Alinhando-nos com o plano dele

Apoiamos a visão messiânica de paz global e a família espiritual global entre crentes de todas as raças. Entretanto, somos contra a globalização no sentido de termos apenas um único governo, religião ou cultura.

O nacionalismo, aqui e agora, NÃO significa que as nações devam tentar conquistar outras nações, mas significa que cada nação RESPEITA as fronteiras e os direitos das outras. É o oposto de colonialismo, nazismo/fascismo, comunismo ou islamismo radical.

Quase todos os profetas descrevem uma guerra mundial apocalíptica logo antes da vinda do Messias. Todas as nações se unirão para atacar Israel. Naquele momento, Deus intervirá para interromper a guerra e estabelecer o reino do Messias na Terra (Zc 14 e Ez 38-39).

Para que um ataque unificado ocorra, é necessário haver pelo menos dois elementos:Uma organização de algum tipo, unindo as nações do mundo com uma tendência de se opor a Israel.
Uma filosofia ou religião que ganhe força no mundo inteiro, incitando o povo a destruir Israel.
Nos nossos dias, a ONU parece cumprir as condições do primeiro elemento, e o islamismo radical, o segundo. A parceria bizarra entre radicais da esquerda e o islamismo radical é perigosa, porém, é uma combinação que corresponde a profecias bíblicas.

O poder tende a corromper. É por isso que Deus desenvolveu um sistema de divisão das esferas de autoridade, com equilíbrio de influências entre família, negócios, religião, governos locais e governos nacionais. Quando uma das esferas tenta dominar e controlar as outras, geralmente temos resultados destrutivos.

Quem é Responsável pela Próxima Geração?

A responsabilidade da próxima geração é apenas de pais e líderes de ministérios para jovens? O que a Bíblia diz?

Legendas disponíveis em: Português, holandês e francês.

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