“Amado”

Publicado em: 06/06/2012 Categorias: 2012 / Revive Israel

“Amado”

Por Asher Intrater

O apóstolo João tinha uma revelação profunda do amor de Deus, e é conhecido como “João, o Amado”. Na verdade, esse apelido se originou a partir de seus próprios escritos. Sua identidade fora tão transformada pelo amor de Deus que ele teve a audácia de referir-se a si mesmo como o “amado” ao escrever a Bíblia!

1) Durante a última ceia, quando Yeshua (Jesus) falou da traição iminente. João 13.23 – “a quem Yeshua amava”

2) Ao pé da cruz, quando Yeshua lhe confiou a responsabilidade de cuidar de sua mãe. João 19.26 – “a quem Yeshua amava”.

3) Na manhã da ressurreição, quando João e Pedro correram ao túmulo vazio.  João 20.2 – “a quem Yeshua amava”.

4) Depois da ressurreição, quando Yeshua apareceu aos discípulos pescando na Galileia. João 21.7 – “a quem Yeshua amava”.

5) Durante as últimas instruções de Yeshua a João e Pedro. João 21.20 – “a quem Yeshua amava”.

João fora o primeiro a entender que Deus ama o mundo (João 3.16); isto é , as pessoas que há no mundo. Se Deus ama todas as pessoas que há no mundo, isso inclui João, eu e você. (Uma vez entendemos o amor de Deus, somos separados, no nosso coração, do sistema do mundo e fazemos parte da equipe de Deus para expressar seu amor ao resto do mundo.) Se Deus ama o mundo inteiro, quanto mais ele ama aqueles que receberam o seu filho nesse mundo.

O conceito do amor de Deus cresce progressivamente através da Bíblia. Na Lei, somos ordenados a amar a Deus (Deuteronômio 6.5). Nos evangelhos, entendemos o quanto Deus nos ama. Depois compreendemos que o amor de Deus por nós precedeu o nosso amor por ele (1 João 4.10). Se Deus nos ama, então devemos parar de odiar a nós mesmos. Hábitos autodestrutivos não são de Deus, mas do diabo (Marcos 5.5).

Se Deus nos ama, então podemos amar a nós mesmos. Se amarmos a nós mesmos, podemos amar ao nosso próximo (Levítico 19.18). Se não conhecemos o amor de Deus, jamais amaremos nem a nós mesmos nem ao nosso próximo. O amor de Deus nos liberta das nossas tendências autodestrutivas e nos capacita a amar outras pessoas. Lembre-se a si mesmo todo dia, em voz alta: “Deus me ama; Deus me ama…”

Nossa transição em entender o amor Deus inclui o efeito que o amor tem sobre a nossa própria identidade. Muda nossa autoimagem. O que ele faz transforma quem eu sou. Se Deus me ama, então “eu sou amado”. Sua ação modifica me ser. Eu me torno uma nova pessoa, com uma nova autovalorização. Só temos alguma autovalorização porque Deus transmite sua graça e apreciação por nós.

Minha fé no amor de Deus por mim exige uma mudança na forma de como eu me vejo. “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus; e nós o somos!” – 1 João 3.1. Você eu estamos inclusos nisso. Assim como João, somos agora filhos amados de Deus. Proclamamos pela fé, “Eu sou amado!”

Dia do Memorial e Dia da Independência

22.993 cidadãos israelitas foram mortos defendendo nossa nação desde seu princípio. A maioria tem pelo menos um membro de sua família estendida para lamentar no Dia do Memorial.

Essa semana falamos com um veterano de guerra messiânico que lutou na Guerra dos Seis Dias, a Guerra Yom Kippur e a Guerra do Líbano. Ele estava entre as primeiras linhas das tropas que conquistaram o Monte do Templo em 1967. Ele chorou ao falar sobre as bombas que explodiam ao seu redor, e seus amigos que morriam nos seus braços. Ao orarmos juntos, ele perguntou, “Por que eu sobrevivi, mas meus amigos não?” Há um histórico de proteção sobrenatural sobre os judeus messiânicos no exército. Muitos passaram incólumes no meio de explosões de balas e bombas (Salmo 91.5-11).

Israel completa hoje 64 anos de idade. Celebramos a Dia do Memorial e o Dia da Independência essa semana.

Os judeus israelitas modernos se referem ao Estado de Israel como “o início da redenção”. Em outras palavras, o estado atual não é o reino de Deus, mas constitui uma etapa necessária no processo de se alcançar esse reino. Embora nossa visão desse processo se difere da deles, cremos sim que Deus está no processo de “restaurar o reino a Israel (Atos 1.6) e que está fazendo isso em etapas: de pequeno a grande (Marcos 4.30-32); do interior ao exterior (Mateus 13.33); de insignificante agora ao ponto de eventualmente encher toda a terra (Mateus 13.31-32).

Missão e Comunidade

Por Gateways Beyond

Em Atos 1.6-8, Yeshua nos deu uma missão mundial: sermos cheios do Espírito Santo; sermos testemunhas do evangelho em todo o mundo; e restaurar o reino a Israel. Em Atos 2.42-37, uma comunidade profundamente comprometida, baseada em aliança se formou para cumprir essa missão. Era uma comunidade com uma missão. Uma coisa não existe sem a outra. Um dos melhores exemplos de unir missão e comunidade que conhecemos é a Gateways Beyond (Portas aos Confins da Terra, numa tradução aproximada). Algumas de suas ideias:

Ser uma “comunidade com missão” significa estar juntos e olhar para fora – nunca focado no próprio grupo, mas ser embaixadores às nações. Se buscarmos comunidade, conseguiremos um pouco de sucesso; mas se cumprirmos a missão juntos, formaremos uma comunidade.

Ao nos aproximarmos dos últimos dias antes da volta de Yeshua, o Senhor nos faz voltar às raízes daqueles primeiros dias após sua ascensão. Estamos voltando para uma comunidade apostólica mais autêntica, centrado em nosso Messias. Nossa mentalidade deve ser: “Eu em prol da comunidade, e a comunidade em prol do Senhor”

Somos mais que uma comunidade, somos uma comunidade com uma missão. Nossos corações foram incendiados pelo amor de Messias Yeshua. É desse amor e redenção que almejamos testemunhar a todos nesse mundo.

Vejam mais informações e artigos por Gateways Beyond acessando: http://www.gatewaysbeyond.org

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