Oração de Pentecostes em Jerusalém

Publicado em: 01/06/2017 Categorias: 2017 / Revive Israel

Durante anos temos sentido o encargo da visão de “Atos 2.17” para um Segundo Pentecostes, o que significa que de acordo com o livro de Joel e o livro de Atos, existe uma promessa profética de que Deus “derramará seu Espírito sobre toda carne nos últimos dias”. Enquanto alguns veem isso como promessa já cumprida integralmente no primeiro século, parece claro que as Escrituras estão apontando para um clímax e um avivamento muito maiores a se cumprirem no futuro.

Por isso, oramos todos os anos na data de Shavuot (Festa das Semanas, Pentecostes) para que este avivamento venha. E sempre pedimos que pessoas do mundo todo participem conosco. Este convite para interceder conosco se baseia em vários pontos:

  • Que existe a promessa de um avivamento futuro
  • Que esse avivamento está ligado à festa de Shavuot
  • Que nossa oração pode colaborar para que a promessa se cumpra.

Esses três pontos devem ser óbvios a partir do texto e do contexto em Joel e Atos, mas também há uma dica ou confirmação disso que vem do Apóstolo Paulo. “Paulo  … se apressava para estar em Jerusalém no dia de Shavuot, se lhe fosse possível” – Atos 20.16. Isso aconteceu talvez uma década ou mais após o derramamento inicial de Pentecostes em Atos 2.

O dia sagrado de Shavuot é mencionado especificamente. Portanto, havia algum significado ainda futuro para esse Dia Sagrado aos olhos de Paulo. Além disso, ele estava com pressa. Ele estava com pressa porque era importante para ele. Como era importante para ele, também é importante para nós. E estar em Jerusalém fazia parte do significado.

Talvez Paulo tivesse o mesmo entendimento que nós sobre essa profecia: que é urgente orar em Jerusalém no dia de Pentecostes para um futuro cumprimento dessa festa que incluirá um avivamento tanto em Israel como em todo o mundo. Vamos orar e crer para isso.

Nossos pés estão dentro das tuas portas, ó Jerusalém

Na semana passada, comemoramos o “Dia de Jerusalém”, comemorando a reconquista de Jerusalém em 1967. O nome “Dia de Jerusalém” é retirado do Salmo 137.7.

Nosso querido amigo, Hanoch Maoz, compartilhou sua história conosco. Ele estava no esquadrão que explodiu o Portão de Sião que estava fechado quando as tropas entraram na Cidade Velha perto do Muro das Lamentações. Vendo a proteção sobrenatural sobre sua vida enquanto balas voavam por todos os lados, outros soldados morriam e bombas explodiam, foi responsável em grande parte por sua experiência de conversão.

Hanoch mencionou que depois da Guerra, ele observou como este versículo se cumpriu literalmente em sua vida. “Os nossos pés estão parados dentro das tuas portas, ó Jerusalém” – Salmo 122.2. Nós comentamos com ele: “Sim, só não disse que você teria de explodir o portão para entrar”.

O Dia de Jerusalém é um cumprimento das promessas de Deus ao Rei Davi há 3 mil anos; e um cumprimento da profecia de Yeshua há 2 mil anos, de que Jerusalém seria pisada pelos gentios “até que o tempo dos gentios se completasse” – Lucas 21.24. Se Deus foi fiel para cumprir essas promessas, depois de 2 a 3 mil anos no meio de situações aparentemente impossíveis, podemos ter certeza de que todas as outras profecias também o serão.

Trechos do Discurso de Trump na Arábia Saudita

De Clarion Project – Artigo original de Ryan Mauro

Trump fez algumas declarações muito poderosas em seu discurso na Arábia Saudita que merecem ser revistas:

É uma escolha entre dois futuros – e é uma escolha que a América NÃO PODE fazer para vocês. Um futuro melhor só é possível se suas nações expulsarem os terroristas e os extremistas. Mande-os embora!

Esta é a linguagem mais direta e agressiva em relação ao extremismo islâmico que ouvimos de um presidente americano desde o 11 de setembro.

Os líderes religiosos devem deixar isso absolutamente claro: a barbárie não lhe dará glória – a piedade para praticar o mal não lhe dará nenhuma dignidade. Se você escolher o caminho do terror, sua vida estará vazia, sua vida será breve e SUA ALMA SERÁ CONDENADA.

Trump chamou os líderes religiosos para assumir a responsabilidade não só do que ensinam, mas do que aprovam através do seu silêncio.

Isso significa confrontar honestamente a crise do extremismo islâmico e os grupos terroristas islâmicos inspirados por ele. E isso significa nos posicionarmos juntos contra o assassinato de muçulmanos inocentes, a opressão das mulheres, a perseguição dos judeus e a matança dos cristãos.

Ao reunir todas essas vítimas num só grupo, Trump validou o papel de Israel na luta contra o extremismo islâmico.

O verdadeiro prejuízo dos grupos ISIS, Al Qaeda, Hezbollah, Hamas e tantos outros deve ser avaliado não apenas pelo número de mortos. Deve também deve ser contabilizado pelas gerações de sonhos despedaçados.

Em seu apelo para resistir aos extremistas, Trump incluiu o Hamas em sua lista de grupos extremistas islâmicos que contribuíram para o caos atual no Oriente Médio.

Ministério na Tailândia

Relatório da recente visita de Tal para a Tailândia.

 

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