O Islã, a ONU e a Segunda Vinda

Publicado em: 23/06/2018 Categorias: 2018 / Revive Israel

Asher Intrater

Uma das imagens mais claras na Bíblia da segunda vinda de Yeshua (Jesus) é encontrada em Zacarias 14.2-3:
“Porque eu ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém; e a cidade será tomada…Então, sairá o SENHOR e pelejará contra essas nações, como pelejou no dia da batalha.”

O fato de a segunda vinda de Yeshua estar conectada com uma batalha por Jerusalém levanta vários problemas teológicos. Curiosamente, os desenvolvimentos dramáticos de hoje relacionados ao terrorismo, ao islamismo e às Nações Unidas estão lançando luz sobre como essa profecia poderia acontecer.

O primeiro problema é o da coalizão: Como poderiam todas as nações do mundo, de tantas origens diferentes, se unir em acordo. Nos últimos anos, vimos o bloco de nações islâmicas unindo-se a nações humanistas liberais, especialmente nações europeias, em resoluções anti-Israel na ONU. Embora as nações humanistas e os muçulmanos religiosos sejam tão diferentes em suas visões de mundo, eles conseguem chegar a um acordo contra Israel.

O segundo problema é de foco: Como todas as nações do mundo poderiam se concentrar contra uma pequena cidade? Aqui, novamente, vemos a tripla influência do terrorismo, do islamismo e das Nações Unidas. O terrorismo afeta todas as nações do mundo, mas seu foco principal é Jerusalém. As reivindicações islâmicas em Jerusalém como sua terceira cidade mais sagrada (El Quds) e a propaganda palestina anti-Israel na ONU fizeram de Jerusalém o ponto central do conflito internacional em nossa geração.

O terceiro problema é o da Escatologia Cristã: Como os cristãos de todo o mundo conciliam sua fé em Jesus com a cidade de Jerusalém? Certamente, um cristão bem versado nas profecias da Bíblia já estará ciente de que as batalhas do fim dos tempos estão centradas em Jerusalém. No entanto, os eventos modernos também estão forçando os cristãos a ver a conexão entre Jesus e Israel de hoje. Como alguns cristãos veem na ONU raízes de um governo mundial anticristo, também veem a ONU como um fórum para propaganda anti-Israel. Como o Islã se tornou em nossa geração o principal obstáculo para o evangelismo mundial, ele também se tornou o principal motivador do sentimento anti-Israel. O terrorismo islâmico militante não é dirigido apenas contra os judeus, mas é também a maior causa dos mártires cristãos no mundo de hoje.

O quarto problema é das expectativas messiânicas judaicas: Enquanto muitos judeus religiosos compreendem a profecia bíblica da vinda do Messias no momento de uma grande batalha apocalíptica sobre Jerusalém, eles não veem isso como ligado a Yeshua. No entanto, à medida que as nações do mundo se voltam mais contra Jerusalém, o povo de Israel está percebendo que nossos únicos aliados são os cristãos evangélicos fiéis.

O quinto problema é o da moralidade: se Yeshua está voltando para julgar o mundo com retidão (Salmos 98.9), por que ele pune particularmente aqueles que são contra Israel, quando há tantos males no mundo hoje a serem julgados? No entanto, o terrorismo suicida, especialmente contra Israel, está emergindo como um dos maiores males que nosso mundo já viu. Ainda estamos para ver os efeitos do que os terroristas suicidas farão se colocarem suas mãos em pequenos dispositivos nucleares ou armas biológicas / químicas. O terrorismo, e como ele é interpretado, está se tornando cada vez mais uma questão que forma uma linha divisória moral entre o bem e o mal. Toda pessoa verdadeiramente moral está tendo que se posicionar contra o terrorismo. Como o foco número um do terrorismo mundial é Jerusalém, Jerusalém está se tornando, de fato, a linha divisória moral de todos os povos.

O humanismo liberal na ONU, a militância religiosa no Islã e a crescente onda de terrorismo suicida estão forçando os cristãos, o povo de Israel e as pessoas simplesmente morais em todos os lugares a se alinharem. Esse alinhamento prepara o terreno para que as profecias sobre a segunda vinda de Yeshua se cumpram.

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Legendas em – holandês, dinamarquês, português, francês

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