O Apóstolo Jacó e o Trono de Davi

Publicado em: 09/07/2013 Categorias: 2013 / Revive Israel

Asher Intrater

As Escrituras da Nova Aliança começam com a genealogia de Yeshua desde Abraão até Davi (Mateus 1.1-17). A ênfase está em mostrar que José, o pai “adotivo” de Yeshua, pertencia à linhagem de Davi; e que, portanto, Yeshua havia nascido com direitos legais ao trono de Davi.

Em Atos 15, temos a discussão entre os apóstolos e presbíteros a respeito do papel dos gentios no reino. Esse conselho reuniu a autoridade espiritual mais madura da comunidade da fé do primeiro século, incluindo Paulo e Pedro. Nesse conselho, encontramos Jacó (Tiago), o irmão de Yeshua, presidindo o conselho (Atos 15.19).

Por que ele era reconhecido num lugar tão alto de autoridade? Será que, talvez, por ter crescido com Yeshua, ele tinha uma grande profundidade de sabedoria e integridade? Ou talvez estivesse sendo honrado por ser irmão de Yeshua? Contudo, eu creio, pode ter havido duas outras razões; uma ligada à genealogia, e outra à congregação local de Jerusalém.

Jacó (Tiago) era filho de Maria (Miriam) e José. Portanto, ele era um descendente direto de Davi – e, assim como Yeshua, ele também tinha direito legal ao trono de Davi. Os apóstolos podem ter reconhecido uma ligação de aliança ao governo do reino Davídico dentro do seu conselho sênior.

Enquanto Pedro recebeu as “chaves” do reino (Mateus 16.19), e Paulo se tornou o principal apóstolo a levar o evangelho aos confins da terra (Atos 1.8), Jacó serviu como o apóstolo supervisor da comunidade de fé local em Jerusalém, composta essencialmente por judeus que criam em Jesus e eram “zelosos da lei” (Atos 21.20).

Embora possa ter parecido irrelevante à Igreja, durante os últimos 2 mil anos de exílio, manter essa relação entre a aliança com Davi e a sua capital, ela voltará a ter importância cada vez maior conforme nos aproximamos da Segunda Vinda de Yeshua.

Judeus ortodoxos oram cinco vezes ao dia para que o “trono de Davi” seja restaurado em Jerusalém. Isso afeta tanto a religião judaica quanto o governo israelense. Porém, isso também tem um significado importante para a Igreja internacional e para o remanescente messiânico. A oração “Bendito o que vem em nome do Senhor!” (Mateus 23.39) é um chamado para Yeshua voltar e assumir o trono de Davi (Isaías 9.5-6).

A aliança de Deus com Davi é o instrumento legal que estabeleceu autoridade governamental e divina na terra (2 Samuel 7.13-16). No conselho de Jerusalém, havia reconhecimento da autoridade espiritual que provinha daquela aliança a fim de manter a esperança de que Yeshua voltaria um dia para reinar na terra.

Assim como era necessário que houvesse uma relação genealógica com a aliança de Davi para o nascimento de Yeshua, uma relação semelhante também pode ser importante para preparar o caminho para a Segunda Vinda. A restauração de algum tipo de equipe ou conselho apostólico messiânico em Jerusalém, com raízes judaicas legítimas, poderia fornecer um meio para que a Igreja internacional entrasse num perfeito alinhamento, enquanto preparamos para convidar Yeshua para voltar e assumir o trono de Davi.

Um Coração Incapaz de Ser Ofendido

Excerto de Francis Frangiapane

Deus tem um novo coração para nós que é incapaz de ser ofendido – um coração que não pode ser atingido. Possuir um coração como esse não é uma opção ou um luxo. Um coração que se ofende corre o risco de se tornar um “coração de pedra” (Ezequiel 36.26).

Quando permitimos que uma ofensa permaneça em nosso coração, ela causa sérias consequências espirituais. Quando somos ofendidos por alguém – até mesmo alguém de quem gostamos -, devemos ir até a pessoa. Se não falarmos com a pessoa, começaremos a falar sobre ela. Traímos aquele relacionamento falando mal da pessoa por trás, expondo a fraqueza e os pecados dela para os outros. Podemos mascarar nossa traição ao dizer que estamos apenas buscando aconselhamento, mas, quando olhamos para trás, vemos que falamos de seus problemas para muita gente. Nosso verdadeiro objetivo não era ter ajuda espiritual, mas procurar vingar-nos daquele que nos ofendeu.

As pessoas normalmente não tropeçam nas rochas; tropeçam em pedras, isto é, nas pequenas coisas. Pode ser que a personalidade de uma pessoa que tem posição de autoridade sobre nós nos incomode, ou que um amigo ou familiar não consiga corresponder a nossas expectativas, e logo ficamos ofendidos.

Senhor, perdoa-me por me ofender tão facilmente e por guardar mágoas. Conceda-me o coração incapaz de se ofender de Jesus Cristo. Para ler o artigo completo e obter mais informações em inglês, clique aqui. Para ler em português: https://www.revistaimpacto.com.br/incapaz-de-ser-ofendido

Oração pelo Egito

A Irmandade Muçulmana foi uma das criadoras do conceito: islã “político”, que significa assumir os governos e instituir a lei da Sharia. Eles também foram os patronos (protetores) do Hamas em Gaza. Sua queda, após apenas um ano de governo, produzirá ondas de choque por todo o Oriente Médio.

O General Al-Sisi, líder do exército egípcio, emergiu como a figura mais forte. Houve boa cooperação de segurança entre Israel e o Egito sob sua liderança neste ano.

Estamos esperando uma análise mais completa das fontes árabes e israelenses sobre a situação no Egito na próxima semana. Enquanto isso, vamos orar:

–          Para que a comunidade de cristãos verdadeiros no Egito seja fortalecida na fé

–          Para que haja um grande avanço sem precedentes na pregação do evangelho

–          Para que as medidas de segurança entre Israel e o Egito permaneçam estáveis

–          Para que o exército egípcio continue a agir como uma força moderadora e a restringir militantes da Irmandade Muçulmana

–          Para que árabes ao redor do mundo percebam que a conquista de poder por islâmicos radicais não é a solução

–          Para que a nova coalizão no Egito proporcione reformas econômicas básicas e serviços sociais.

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