Levitas Gentios

Publicado em: 20/09/2015 Categorias: 2015 / Revive Israel

Asher Intrater

Quando Jacó se casou com Lia, seu terceiro filho foi Levi. A origem do seu nome veio da declaração de Lia de que seu marido se “uniria mais” a ela – Gênesis 29.34. Esta é a raiz da palavra Levi לויLia disse isso a partir de um sentimento de interesse pessoal, mas Deus — em sua soberana eleição dessa família – usou o nome para levá-lo a alcançar um destino espiritual. Aqueles que se tornaram a tribo sacerdotal receberam o nome Levi como alguém que “se apega”, “se une”, “se adere intimamente” ou “acompanha” o Senhor.

Nossos amigos da Casa Internacional de Oração (IHOP) na cidade de Kansas tiraram seu nome de Isaías 56.7: “Minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos.” E, nesse capítulo, quem são as pessoas que estão orando na casa de oração para todas as nações?

Isaías 56.3 e 6: “o estrangeiro que se chega ao Senhor”.

A raiz da palavra “chegar-se” em Isaías 56 é a mesma do nome Levi em Gênesis 29. Os filhos das nações gentias que se chegam ao Senhor tornam-se um sacerdócio espiritual, de acordo com a “ordem” de Levi.

O último capítulo de Isaías descreve um cumprimento especial desse sacerdócio levítico gentílico no fim dos tempos:

Isaías 66.21: “Também deles tomarei a alguns para sacerdotes e para levitas”.

Esses são gentios que não estão apenas cumprindo os aspectos espirituais da oração e do serviço sacerdotal, mas também estão dando apoio ao reajuntamento do povo judeu e ao restabelecimento do Estado de Israel (Isaías 66.10-20). Unir-se para apoiar o cumprimento das profecias do fim dos tempos a respeito de Sião é uma parte integral do seu chamado levítico tanto quanto seus outros aspectos sacerdotais de oração e serviço.

Na Nova Aliança, vemos o cumprimento do Sacerdócio: primeiro em Yeshua, cujo Sumo Sacerdócio é uma ordem que antecede (e vai além) a de Levi — a ordem de Melquisedeque (Hb 7); mas também no sacerdócio de todos os cristãos, já que somos chamados de um “Reino de Sacerdotes” e um “Sacerdócio Real” (1 Pe 2.9; Ap 1.6). O corpo inteiro do Messias, formado por Judeus e Gentios juntos, se uniu ao Senhor a fim de mediar a vontade de Deus entre o céu e a terra; e assim podemos ver como as escrituras proféticas, o movimento internacional de oração e a restauração de Israel estão essencialmente ligados um ao outro no fim dos tempos.

Dez Dias de Assombro

Nós o encorajamos a continuar a buscar o Senhor em oração, jejum e consagração especial durante estes 40 dias de Elul, a Festa das Trombetas e o Dia da Expiação. Os 10 dias depois de Trombetas (o primeiro dia de Tishrei, o sétimo mês) até a Expiação (o 10º dia de Tishrei) são conhecidos como os “Dez Dias de Assombro” na tradição hebraica, o que significa “o temor do Senhor”. A Festa das Trombetas simboliza as trombetas da Tribulação no livro de Apocalipse, e o dia da Expiação simboliza a Segunda Vinda de Yeshua.

Esses 10 dias entre as duas festas representam um tempo especial de cumprimento de profecias e eventos ligados ao fim dos tempos. Neste ano do Shemitá [ano sabático, a cada sete anos], há um período particularmente intenso de mudanças espirituais, crises, realinhamentos, conflitos políticos e perturbações econômicas. É uma época em que “tudo parece estar ruindo”. Que possamos estar alertas e orar. Faça o que puder para jejuar comida, bebida, mídia, entretenimento e assim por diante. Assim, você pode se juntar a nós quando nossa consagração culminará num jejum completo no Yom Kippur.

Abuso do Shofar

Em nossa adoração coletiva, será que temos exagerado em nosso uso do shofar ao ponto de desrespeitá-lo? É uma ação positiva quando as pessoas são livres para trazer o seu próprio shofar a uma reunião de adoração e tocá-lo cada vez que sentirem vontade? Quando estamos sozinhos, podemos adorar da maneira que preferirmos, mas em público, com outros ao nosso redor, devemos respeitar a experiência de adoração de cada um. Além do mais, os Presbíteros que são responsáveis pelas atividades da congregação não deveriam supervisionar o uso de instrumentos na congregação assim como os filhos de Arão faziam no antigo Israel? Neste vídeo, Ron Cantor lida com essas questões e outras mais. Para assistir em inglês: https://youtu.be/WS-3CQjm_wM

Raiz de Amargura

Hannah Wagner

Eu estava orando recentemente por mais frutos e dons do Espírito Santo. De repente, senti o Senhor falar em meu coração que eu tinha uma “raiz de amargura” de acordo com Hebreus 12.15: “atentando, diligentemente, por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados.”

Pensei: “Isso não pode ter a ver comigo”. Então, o Senhor me lembrou de certa pessoa. Eu disse: “Mas já perdoei essa pessoa”. No entanto, ele me mostrou que ainda havia uma raiz de amargura em meu coração e que eu tinha que cortá-la de uma forma mais profunda. Aquela raiz estava contaminando o fruto do Espírito na minha vida.

Em seguida, senti o Senhor mostrando-me que isso também acontecia no “Corpo do Messias” de forma geral. “Meu Corpo está cheio dessa raiz de amargura e precisa ser liberto.” Quando temos uma raiz secreta de falta de perdão, ela contamina os outros à nossa volta, e é isso que enfraquece o Corpo do Messias.

Hebreus 12.14: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor .” Essa é uma boa hora para perdoar aqueles que estão próximos a nós, remover toda raiz de amargura e liberar um espírito de graça e santidade. Uma raiz saudável produzirá fruto saudável.

Alinhamento do Reino

Nesta mensagem, Asher compartilha sobre a ordem de Deus em seu reino e na vida daquele que crê em Yeshua. Como nós, como crentes, podemos nos alinhar em nossa caminhada pessoal com o Messias e como devemos entender a ordem divina para o corpo de Yeshua?

https://soundcloud.com/revive-israel-media/kingdom-alignment

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