Confissão Corajosa de Cristo

Publicado em: 20/05/2012 Categorias: Arauto / O Comportamento do Cristão

Arauto - Ano 12 - nº 02 - Abr/Jun 1994

Há algum tempo atrás havia um jovem que estava começando a se despertar quanto à salvação de sua alma. Uma tarde, em seu escritório, ele disse:
“Eu aceitarei a Jesus Cristo como meu Senhor e Salvador.”

Foi então para casa e disse à sua esposa (que era professora nominal de religião) que ele decidira servir a Cristo e acrescentou:

“Depois do jantar esta noite vou levar minhas visitas para a sala de estar e levantar o altar de oração nesta casa.”
“Bem,” disse sua esposa, “você sabe que alguns dos cavalheiros que virão para o chá são incrédulos e mais velhos do que você. Você não acha que seria melhor esperar até que eles se retirem ou então ir até a cozinha e fazer sua primeira oração com os empregados?”

O jovem pensou por alguns momentos e depois disse:
“Eu estou pedindo a Jesus Cristo para entrar em minha casa pela primeira vez e por isso eu O levarei para a melhor sala e não para a cozinha.”

Então ele chamou seus amigos para a sala de estar. Começaram a debochar um pouco mas ele leu e orou. Mais tarde aquele jovem se tornou Ministro de Justiça da Suprema Corte dos Estados Unidos. Nunca se envergonhe do Evangelho de Cristo: é o poder de Deus para a salvação.

Um outro jovem se alistou no exército e foi enviado para o seu regimento. Na primeira noite ele estava numa barraca com outros quinze jovens
que passavam o tempo jogando baralho a dinheiro. Antes de dormir ele dobrou seus joelhos e orou, e seus companheiros começaram a xingá-lo, a zombar e jogar suas botas nele.

A mesma coisa se sucedeu nas noites seguintes e, finalmente, o jovem foi até o capelão, contou-lhe o que havia acontecido, e perguntou o que deveria fazer.

“Bem,” disse o capelão, “você não está em casa agora e os outros homens da sua barraca têm tanto direito quanto você. Ouvir as suas orações os deixa malucos, e o Senhor lhe ouvirá da mesma forma se fizer suas orações na cama e não provocá-los.”

Por algumas semanas, o capelão não viu o jovem novamente, mas um dia ele o encontrou e perguntou:
“A propósito, você seguiu o meu conselho?”
“Eu o segui por duas ou três noites.”
“E como funcionou?”
“Bem,” disse o jovem, “Eu me senti como um cão derrotado e na terceira noite sai da cama, dobrei meus joelhos e orei.”
“Bem,” perguntou o capelão: “E aí, o que aconteceu?”
0 jovem soldado respondeu: “Agora temos uma reunião de oração lá todas as noites, três deles se converteram e estamos orando pelos restantes!”

Extraído de A Vida Vitoriosa – de: D. L. Moody

Você é Cristão?

Ninguém deveria ficar ofendido diante da pergunta: “Você é cristão?” No entanto muitos se ofendem imediatamente e ficam muito agitados quando são questionados. Foram criados na igreja, aprenderam a lei áurea: ‘Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles”. A religião deles vai mais ou menos até aí. Não têm uma fé de conversão, nem certeza de que seus pecados foram perdoados.
Só conhecem a experiência do batismo, a profissão de fé, e em alguns casos, a membresia em uma igreja. Quando completam tudo isso, a sua religião termina.

Amados, bons padrões morais e boas obras são recomendáveis. Todos deveriam fazer boas obras, e estas certamente acompanham a todos os que foram salvos do pecado. Mas boas obras por si mesmas nunca podem salvar ninguém. Nossa salvação é uma vida de fé, e de fé somente. “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” ( Ef 2:8,9).
Que todos os que confiam na auto- justificação prestem atenção a esta admoestação, encontrada em Provérbios 28:26: “O que confia em seu próprio coração é insensato, mas o que anda em sabedoria será salvo”.

Devemos ter a certeza de pecados perdoados, ou então não somos salvos.

Não importa o quanto pensemos que somos bons, nem importa o quanto nos empenhemos para ser bons, ainda somos pecadores perdidos. Jesus disse “Importa-vos nascer de novo”(Jo 3:7).

Em sua epístola à igreja de Corinto, Paulo disse: “E asim, se alguém está em Cristo, é nova criatura: as cousas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Co. 5:17).

Aparentemente muitos que usam o maravilhoso nome de Cristo (cristão), nunca tiveram uma mudança de coração. Continuam freqüentando os velhos antros, fumando as mesmas velhas marcas, andam nos mesmos círculos e ambientes, etc. E é triste dizer que não são apenas os leigos que fazem estas coisas.

Talvez você pergunte: “Eu posso definitivamente saber se sou salvo?” A resposta é sim! Você pode saber se é salvo.

Paulo disse: “A palavra está perto de ti, na tua boca e no teu coração; se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Porque com o coração se crê para a justiça, e com a boca se confessa a respeito da salvaçao… Porque: todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. (Rm 10:8-10, 13).

Condensado de The Fountain (A Fonte).

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