Testemunho de Impacto

Data de publicação: 02/12/2011
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Edição 13 e Revista Impacto - 1998 a 2014.

Uma Manifestação Pró-Vida Torna-se um Poderoso Instrumento de Evangelização

O pastor Johnny Hunter, sua esposa, e algumas outras pessoas faziam uma demonstração do lado de fora de uma clínica de aborto, na cidade de Buffalo, Nova Iorque. O plano era fazer piquete na frente da clínica, e, se possível, oferecer aconselhamento ali na calçada e outras informações às mulheres que iam para lá marcar um aborto.

Quando chegaram ali na clínica, o Senhor impressionou o pastor Hunter com duas palavras: “apenas ore”. Quando começaram a orar, vários se ajoelharam na neve, alguns até se prostraram, suplicando ao Espírito Santo que interviesse enquanto mulheres passavam de carro a caminho de matar seus bebês.

Em determinado momento desta vigília de oração, um grupo de funcionários da clínica chegou a sair de dentro para confrontar a equipe pró-vida. Após uma investida de condenações e zombarias dos empregados pró-aborto, o grupo do pastor Hunter reagiu colocando estes funcionários como alvos de oração também. Após duas horas na congelada neve de Nova Iorque, o grupo sentiu que era hora de partir. Apesar de sentir que estava fazendo a vontade de Deus, o pastor Hunter foi embora com coração pesado por não poder enxergar quaisquer resultados visíveis.

Um ano depois, o pastor Hunter voltou à clínica de aborto em Buffalo para realizar mais atividades pró-vida. Durante este tempo, uma mulher conhecida dele veio com muito entusiasmo relatar-lhe uma notícia incrível. Junto com ela estava uma outra mulher que o pastor Hunter logo reconheceu como alguém que estivera presente na clínica naquele dia em que ele e seu grupo “apenas oraram”.

Esta mulher contou-lhe, então, que no dia em que marcara o aborto, um membro da equipe informou-lhe que haveria um grupo de ativistas pró-vida fazendo protesto, e que se preparasse para comportamentos violentos e desprezíveis por parte destes anifestantes fanáticos, mas que não se intimidasse pelas suas táticas.
Mas ao invés de ver manifestantes rudes e indiferentes, a mulher observou um grupo de pessoas ajoelhadas na neve, e esta demonstração de humildade e amor comoveu-lhe e às outras mulheres que passaram por elas naquela manhã gelada de janeiro. Depois de entrar na clínica, ela encontrou outras 23 mulheres na sala de espera. E foi ali que sua história tomou um rumo incomum. Enquanto a equipe da clínica se preparava para realizar os 24 abortos, uma das mulheres na sala de espera sentiu seu bebê se mexer, e segurando sua barriga, dizia: “Meu bebê, meu filhinho”. Continuou este lamento por várias vezes, e começou a conversar com o bebê dentro dela com carinho e amor. A mulher do seu lado começou a segurar sua barriga, e a conversar com seu bebê da mesma maneira.

A mulher que relatou este testemunho também sentiu seu bebê chutar dentro dela, e dentro de poucos minutos todas as mulheres na sala de espera estavam com as mãos na barriga, dizendo aos seus bebês que os amavam e que não queriam machucá-los. Do lado de fora, o pequeno grupo pró-vida estava elevando suas orações ao céu, desconhecendo completamente o resultado delas lá dentro da clínica.

A mulher ainda contou ao pastor que a equipe da clínica tentou acalmar todas as candidatas ao aborto durante estes momentos caóticos, para poderem prosseguir com o trabalho do dia. Houve somente um problema: nenhuma delas quis mais realizar o aborto planejado. Os aborteiros e sua equipe perceberam então que as pacientes não iriam mais fazer o aborto, mas não permitiram que saíssem da clínica enquanto o grupo pró-vida não fosse embora.

Depois de ouvir esta história, o pastor Hunter regozijou-se com a mulher por tudo que o Espírito de Deus fez através das orações e do testemunho naquela manhã fria e nevada em Buffalo. A mulher também mostrou ao pastor seu bebê que foi resgatado através deste pequeno grupo de cristãos obedientes. Como sempre, “nem por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos” (Zc 4.6).