O Cuidado Integral: Um Desafio à Igreja

Data de publicação: 02/08/2012
Categorias da Biblioteca:
Edição 72 e Revista Impacto - 1998 a 2014.
Este artigo pertence a: Edição 72

Por: Ariadna Faleiro de Oliveira

UM VISLUMBRE NO PASSADO E A VERDADE DO PRESENTE

Inquestionavelmente, a História nos mostra um marco missionário na pessoa de William Carey, um inglês de origem pobre, nascido em 1761, próximo a Northampton. Com limitações notáveis e um coração inflamado pelas almas, esse jovem preocupou-se em estimular outros a estarem atentos ao mundo que Deus criou, amou e redimiu, tornando-se um pesquisador incansável, levantando dados sobre os povos do mundo e mobilizando cristãos a se envolverem de forma prática.

Uma das dificuldades que William Carey teve de enfrentar para incutir a necessidade de enviar missionários às nações pagãs foi o hipercalvinismo reinante em seus dias, segundo o qual a conversão dos pagãos ocorreria, caso o Senhor quisesse, sem o auxílio de quem quer que fosse. Foi para quebrar essa mentalidade que o pai das missões modernas escreveu um tratado intitulado Uma investigação sobre o dever dos cristãos de empregar meios para a conversão dos pagãos (1792). Tratava-se de uma análise do mundo de seus dias encharcada com números e dados que refletiam a necessidade urgente de pregar o Evangelho às nações de todos os continentes. Nesse tratado, Carey também apresentou argumentos lógicos e teológicos como fundamentos para o envio de missionários aos pagãos, frisando especialmente que o Reino de Cristo tem de ser proclamado a toda a Terra. Carey deu o impulso inicial ao grande século das missões transculturais, tornando-se famoso em todo o mundo e influenciando vidas até os dias modernos.

Séculos depois, continuamos sendo expostos a estatísticas que possibilitam perceber o progresso, o retrocesso, os perigos e as urgências da realidade missionária ao redor do mundo.

Quando o assunto é Brasil, os números parecem animadores a princípio. Chega-se a dizer que, nos últimos anos, nosso país transformou-se de campo missionário (recebendo missionários de outros países) em celeiro missionário (enviando missionários para o mundo todo). No entanto, há um ponto emergente que assombra aqueles que estão diretamente envolvidos com o cumprimento da TAREFA: segundo William D. Taylor, em seu livro Valioso Demais para que se Perca (um estudo das causas e curas do retorno prematuro de missionários), foi registrada uma taxa de retorno missionário prematuro no Brasil de 7% ao ano (ReMAP – Reducing Missionary Attrition Project – Projeto de Redução do Retorno Prematuro dos Missionários).

As cinco principais causas observadas foram treinamento inadequado, falta de sustento financeiro, falta de compromisso, fatores pessoais (como baixa autoestima e esgotamento) e problemas com colegas. Os pesquisadores perceberam que as perdas estavam relacionadas com problemas de caráter, e não com limitações de habilidade. Tais fatores, sem dúvida, exercerão um grande impacto sobre os programas de treinamento no Brasil.

Infelizmente, o Brasil não é o único país a sofrer perdas. Uma pesquisa feita pela AEM (Aliança Evangélica Mundial) entre 453 sociedades missionárias afirmou que há uma taxa anual de 5,1% de retorno prematuro de missionários ao redor do mundo. Tal índice, em termos pessoais, pode significar que mais de 12 mil missionários ficam perdidos a cada ano, fora da contagem global missionária de aproximadamente 425 mil, entre católicos e protestantes.

Márcia Tostes, diretora de cuidado pastoral da Missão Antioquia, em seu artigo, Preparando para Perseverar nas Missões Brasileiras, declara o seguinte:

O movimento missionário brasileiro é relativamente novo, especialmente quando comparado com o dos antigos países enviadores. A mais antiga agência missionária brasileira, a Missão Antioquia, foi fundada em 1976 […] No começo do movimento, os missionários eram enviados quase como alguém envia um pacote pelo correio. Esses primeiros missionários – como os de hoje – precisavam de muita fé para superar problemas como a falta de apoio financeiro, o desconhecido, o choque cultural e a dificuldade de comunicação entre o Brasil e o campo missionário. Muitos dos que foram enviados no começo perseveraram […] mas parece que alguns não foram tão fortes e tiveram que voltar. Nos dias de hoje, ainda há missionários sendo enviados sem o preparo adequado. Essas pessoas e aqueles ligados a elas continuam a pagar um alto preço.

Pensando nessa preocupante realidade, somos chamados a refletir: será que nós, como igreja, cuidamos uns dos outros? Sabemos lidar com os que, feridos na jornada, voltam frustrados em busca de ajuda? Somos uma igreja que “suportamos”, no sentido de sustentar e apoiar, homens e mulheres que, quando vencidos, sentem-se sós e incapazes de retomar suas famílias, relacionamentos, chamado e amor próprio?
Há graça suficiente no CORPO para abraçá-los e ajudá-los na restauração?

O crescimento assustador dessas “interrupções” ministeriais precoces tem, finalmente, despertado a igreja para uma relevante necessidade em nosso meio: o cuidado integral de missionários, líderes, pastores, enfim, de todos aqueles que, de alguma forma, estão envolvidos com o avanço do Reino, empenhando nisso seus esforços físicos, emocionais, familiares, financeiros e espirituais, tornando-se alvos fáceis de crises diversas que podem culminar num “aborto” de si mesmos, de suas famílias e serviço.

PRATICANDO O CUIDADO INTEGRAL

Próximo à cidade de Anápolis, no estado de Goiás, indo por uma estradinha de chão, rodeado de pequenas casas em meio a uma interessante paisagem do cerrado, encontramos um OÁSIS.
O nome faz jus ao lugar!

Um sobrado imponente, cercado de um gramado verde e muitas árvores frutíferas, abriga um ministério de aconselhamento cristão que enfatiza o cuidado de missionários, pastores e líderes em suas lutas ministeriais e crises pessoais ou conjugais.

O MINISTÉRIO OÁSIS, além de oferecer descanso e revitalização, conta com uma equipe pastoral e de terapeutas cristãos capacitados, fazendo do ambiente um lugar seguro para o desabafo de dores, frustrações e pressões da vida.

Em entrevista à revista Impacto, Raquel Marques, diretora interina e parte da Equipe de Aconselhamento Pastoral do OÁSIS, detalha o funcionamento do trabalho realizado por eles.

Como surgiu o OÁSIS?

Acho importante usar como ponto inicial a história do próprio fundador, Dr. William Bacheller Jr. (Bill):

Em 1984, voltei do campo missionário, Trinidad e Tobago, antes do tempo previsto, com raiva reprimida e um início de depressão clínica. Deus usou um psiquiatra cristão, num contexto de convívio de duas semanas, num ambiente de lar, com outros servos de Deus que estavam com problemas emocionais e psicológicos, para me curar.

Quando cheguei ao Brasil, Deus começou a me usar em aconselhamento de pastores, seminaristas e missionários que tiveram problemas conjugais, crises vocacionais, crises existenciais, problemas de criação de filhos, etc. Como resultado, desde 1992, comecei a sonhar com um lugar de descanso, aconselhamento e renovação dos servos de Deus.

Em 1999, outro casal, Pr. Enoque e Eliane de Farias, chegou a Anápolis com o propósito de abrir um lar de descanso e oração para receber missionários que sofriam esgotamento espiritual e físico. Minha esposa Karina e eu encontramos o casal na cidade hospedando “soldados feridos”. Compartilhamos nossos sonhos e começamos a sonhar e a orar juntos por um “Oásis” – um centro de aconselhamento em que a convivência por duas semanas, com os recursos de terapia, intercessão, devocionais diárias, leitura e exercício físico, pudesse ser usada como ferramenta para a cura da alma.

Iniciamos o Ministério Oásis em 4 de julho de 2005, oferecendo terapia para um casal da Missão AME, de São Paulo, SP.

Em que consiste, na prática, o trabalho do Ministério Oásis?

Nosso trabalho abrange tanto o atendimento no cuidado integral quanto o treinamento para o exercício desse cuidado. Usamos as seguintes ferramentas para alcançar nossos objetivos:

1) Temporadas terapêuticas: acompanhamento pastoral e terapêutico por duas semanas.

2) Análise do perfil psíquico de candidatos a missões:
trata-se de um suporte que oferecemos a agências ou igrejas enviadoras, também com a duração de duas semanas.

3) Avaliação do missionário no retorno do campo:
este contato tem como objetivo fazer com que o missionário tenha a oportunidade de conversar sobre sua experiência no campo, suas vitórias e dificuldades; de compartilhar seus sentimentos e pressões interiores; de fazer leituras dirigidas e receber mentoreamento com o intuito de obter um autoconhecimento melhor e mais completo.

4) Renovo
(oficina para grupos de pastores): análise do perfil psíquico de cada pastor, atendimento individual e terapia em grupo visando ao trabalho em equipe (cinco dias).

5) Capacitação de igrejas e agências missionárias na área de cuidado integral do missionário
(um programa de final de semana).

6) Oásis a€distância:
a equipe do OÁSIS pode ir ao campo missionário para realizar uma temporada terapêutica. Também participamos de cursos ou encontros de grupos missionários ministrando sobre o cuidado integral.

7) Pousada:
o OÁSIS disponibiliza suas dependências para que famílias cristãs possam descansar em um ambiente diferenciado e tranquilo.

Qual o maior obstáculo que a equipe do Oásis enfrenta no processo do cuidado integral?

Normalmente, o líder cristão é uma pessoa muito solitária, e isso faz com que fique assustada ou temerosa de se abrir em terapia ou aconselhamento. Em muitos casos, eles levam alguns dias para perceber que o Oásis é um ambiente seguro.

Um fato que ajuda muito nessa área é que, após cada devocional, um membro da nossa equipe fala de si mesmo, de suas próprias crises. Dessa forma, o participante percebe que também somos “gente”. Não somos super-homens ou supermulheres.

Nosso lema é ser modelo de humanidade, e não modelo de perfeição. Somos pessoas que têm lutas, que pecam e sofrem, mas não abrem mão do relacionamento com o Pai.

Como funciona uma temporada terapêutica?

Ao entrar em contato conosco, você se hospeda no Oásis e, por 12 dias, será acompanhado por:

1. uma equipe pastoral que visa a oferecer aconselhamento e orientá-lo em seu momento a sós com Deus e devocional;
2. uma equipe terapêutica: você terá uma hora de terapia diária com um de nossos psicólogos e orientação para fazer várias leituras (usando material da nossa biblioteca);
3. uma equipe de intercessores: durante sua estadia aqui, teremos intercessores mobilizados que virão ao Oásis para orar exclusivamente por sua vida.

Além disso, você terá um bom tempo para descansar e passear por nossa propriedade.

Com base em sua experiência no atendimento e cuidado de pessoas, qual é sua visão acerca da maneira como a Igreja lida com seus feridos?

Não vou nem começar falando dos feridos. Quero pensar primeiro como a Igreja encara pastores, líderes e missionários. Normalmente, a expectativa é que eles sejam semideuses, e não gente. Isso acarreta uma grande carga nos ombros de uma família, tanto pastoral quanto missionária. Se a expectativa é essa, imagine a frustração da igreja diante da realidade quando percebe que são apenas gente! Fica pior ainda se descobrem que eles pecam.
Outro dia, um seminarista perguntou a um membro da nossa equipe se o Oásis recebe apenas pessoas que pecam. A princípio, ele ficou meio em estado de choque, mas depois respondeu: “Sim, são só os que pecam, porque os que não pecam já foram para o céu”.

Seria válido um trabalho preventivo? Isso é bem aceito pelos líderes cristãos?

Na verdade, nós não acreditamos em líderes cristãos que vivam sem mentoreamento. Todo líder precisa ter alguém a quem possa prestar contas e abrir o coração. Infelizmente, isso não é uma constante na Igreja brasileira.

Na psicologia, há uma norma que diz que todo psicólogo precisa ter seu próprio psicólogo. Creio que a liderança cristã precise aprender não apenas a ter esse tipo de apoio regular, mas também a buscar ajuda especializada nos momentos de crises mais fortes – só que essa ajuda deve ser acionada no início da crise, e não esperar “o leite entornar” primeiro!

Os líderes veteranos só chegam ao Oásis quando a crise é muito forte. Já os líderes mais novos não esperam tanto tempo; buscam ajuda mesmo para pequenos problemas.

Por que é tão difícil para nós, cristãos, ajudar os feridos?

Hoje, fico observando a complexidade de ajudar as pessoas feridas…

Lá está aquele irmão atuante, que participa e ajuda em tudo na igreja. Mas, de repente, sabe-se lá por que cargas d’água, ele se paralisa, estaciona, fica mudo. É difícil chegar perto dele. Alguns corajosos, como os amigos de Jó, sentam-se mudos ao seu lado e, de vez em quando, arriscam perguntar: “O que há?”

Se a resposta não for boa, se a dor do desabafo for grande e, de alguma forma, ferir nossa “pura” teologia ou coisa parecida, nós faremos algumas imprecações e o deixaremos ali com sua dor. Talvez, nem tanto por desamor, mas por não sabermos lidar com a situação.

O nosso soldado ferido fica ali sentado sozinho, lutando com suas crises, questionamentos e problemas.

Há uma frase célebre de Don Baker que é a seguinte: “A igreja é o único exército que deixa para trás os seus feridos”. Creio que isso não seja um drama exclusivo da Igreja. É um drama da humanidade.
Os homens são amantes dos heróis como diz certo poeta:

Mas, no fundo, o que todos querem é não ter de conviver
Com alguém que luta pra sobreviver
Todos gostam é de conviver com um capitão
Seguro de seu leme.

Pedro foi advertido três vezes por Jesus (Jo 21.15-23): “Simão, tu me amas? Então pastoreia as minhas ovelhas”. Pastoreamento é um ministério em escassez na igreja do século 21. Talvez por isso mesmo, tão necessário. As pessoas estão cansadas da obrigação de serem super-homens espirituais. Eles precisam de colo e de ombro para chorar suas dores, para falar de suas frustrações. Querem ter o direito a serem apenas ovelhas. Nada mais.

DEPOIMENTOS DE ALGUNS “SOLDADOS FERIDOS” que passaram pelo OÁSIS
(os nomes foram resguardados mesmo que alguns deles tenham permitido a sua publicação):

Eu era muito taxativo em abordar esse assunto, a ponto de dizer que: ”Depressão não é doença de crente, é coisa do diabo e não pega em crente”. Eu era radical, também, em não me abrir com outras pessoas ou pedir ajuda. Minha esposa me disse que iríamos para uma fazenda de férias, mas, quando chegamos ao Oásis, algo no ar me revelava que o extraordinário iria acontecer. E, realmente, já na primeira terapia, minhas estruturas foram abaladas, todo o meu mundo se desfez. Porém, graças a Deus, estávamos no lugar certo, na casa do Oleiro, onde o Oleiro desfaz e refaz sua obra. Foi assim que me senti durante o processo. Mas, ao final, me sinto seguro, amado pelo Senhor e capaz de avançar para o alvo. A equipe do Ministério Oásis está de parabéns pelo total desempenho e pelo resultado em nossa vida…
Pastor – Porto Alegre

Todo o período que passei no Oásis serviu para que eu aprendesse a olhar mais para mim mesma do que para o outro. Eu posso mudar muitas coisas com a ajuda do Pai, sem jogar a responsabilidade nas costas de meu marido. Conhecermos a nós mesmos é um desafio que abre caminho para a intimidade conjugal, e isso é fantástico! E este lugar e as pessoas com quem convivi me ajudaram a enxergar essas verdades.
Esposa de um pastor

Terminamos nossa temporada de 12 dias no Oásis. Fomos em busca de cuidado. Oásis é um lugar onde, ao contrário de alguns outros exércitos, eles cuidam dos feridos. Dentre muitos feridos, temos pastores, missionários e cristãos comuns que não encontram, muitas vezes, na igreja local, um ouvido, um ombro amigo ou alguém sem máscaras que se revela como é. Somos induzidos, quando estamos na vida ministerial, a não revelar toda a verdade; daí se cria a ideia de que aquela pessoa ou casal é santo e que não tem problemas. Pior ainda: que ele ou eles não têm direito a perdão se caírem em pecado.
Aqui existem pessoas com autoridade para ajudar em vários assuntos relacionados às nossas dificuldades, porque já caíram nelas – autoridade essa dada pela experiência vivida, pois são pessoas transformadas pelo amor e graça de Deus.
Nós fizemos 20 anos de casados e, como acontece em todo relacionamento, precisávamos de ajustes. Devido a nossa vida missionária e a muitas mudanças feitas em poucos anos, desgastamos demais nossa relação conjugal. Todos os casais precisam estar atentos a esse tipo de problema e tomar uma atitude de pedir ajuda antes que seja tarde demais.
Precisávamos tirar um tempo de descanso do ministério, ficar um pouco longe de nossos filhos e, também, refletir em nossa vida conjugal. Fizemos terapia por 11 dias, tivemos ajuda de um conselheiro e de um casal intercessor, ouvimos um testemunho pessoal a cada dia da equipe do Oásis, tivemos nosso tempo a sós com Deus num lugar privilegiado na natureza, lemos livros e assistimos a muitos filmes. Saímos diferentes de como entramos.
Aqui, além de Oásis, a casa também pode ser chamada de “Casa do Oleiro”. É um lugar onde enxergamos nossa fragilidade e pequenez. Aprendemos que Jesus pouco está interessado no que fazemos para ele, mas sim no tempo que gastamos para ter intimidade e conhecê-lo profundamente.
Como casal, apertamos os parafusos folgados, nos abastecemos com combustível novo, limpamos as vidraças para enxergar com mais clareza e renovamos nossos votos de aliança no Senhor de vivermos para sempre juntos até que a morte nos separe.
Missionário e esposa

PARTE DA EQUIPE MINISTERIAL DO OÁSIS:  

Dr. William Bacheller Jr. (Bill): além de fundador e diretor do Ministério Oásis, é o responsável pela equipe de psicólogos que servem ao Senhor aqui. O casal tem mais de 30 anos de ministério. Depois de pastorear por dois anos nos EUA, foram missionários em Trinidad e Tobago por quase quatro anos e, desde 1985, trabalham no Brasil. Bill e Karina têm bacharelado em psicologia, são pais de seis filhos e avós de sete netos. Dr. Bill tem mestrado em Teologia e doutorado em Estudos Interculturais com ênfase em aconselhamento familiar.

Pr. Clói e Raquel Marques são os coordenadores da equipe pastoral do Ministério Oásis. O casal tem bacharelado em Teologia pelo Seminário da Igreja Presbiteriana do Brasil e validação do diploma com opção em Cuidado Pastoral pela Faculdade Teológica Sul Americana. Pr. Clói tem especialização em Missiologia, e Raquel está atualmente cursando Psicologia. Eles estão no ministério desde 1981. Serviram como pastores de igrejas locais por 15 anos e, desde 2007, estão no Oásis. Têm três filhos e são avós de dois netos.

CONHEÇA MELHOR O MINISTÉRIO OÁSIS:

MINISTÉRIO OÁSIS
Centro de Aconselhamento Cristão
Anápolis – GO
(62) 3387-6800
(62) 8202-0146 – TIM
(62) 9336-7867 – CLARO
Email: ministeriooasis.br@gmail.com
www.ministeriooasis.org.br

2 respostas para “O Cuidado Integral: Um Desafio à Igreja”

  1. Joquebede disse:

    Sou fruto dos benefícios do Ministério Oásis. Benção pra toda minha família.

  2. THAÍS disse:

    BOM DIA!
    GOSTARIA DE SABER QUAL É O VALOR PARA DUAS PESSOAS NO PERÍODO DE 15 DIAS DE ACOMPANHAMENTO?

    QUANDO SERÁ A PRÓXIMA TURMA?

    OBRIGADA!

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