Noticiário: O Cristão e o Mundo

Data de publicação: 17/12/2011
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Edição 01 e Revista Impacto - 1998 a 2014.
Este artigo pertence a: Edição 01

ISRAEL

A batalha pela liberdade religiosa em Israel está esquentando novamente — e os riscos estão maiores. Os cristãos israelenses mal tiveram tempo para dar um suspiro de alívio sobre a aparente derrota de um projeto de lei “anti-missionário”, quando um outro projeto muito mais punitivo foi apresentado — e desta vez com o apoio inicial do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e do seu ministério.

Tudo começou em janeiro de 1997 quando um projeto de lei anti-missionário foi apresentado no Knesset (parlamento israelense) que tornaria crime a publicação, possessão, ou distribuição de “materiais missionários”, com pena de até um ano de cadeia. Apesar de outros membros do Knesset (MKS) ultra-ortodoxos já terem apresentado projetos semelhantes no passado, geralmente tiveram poucas chances de serem aprovados. Mas este projeto foi diferente; foi apoiado por MK Nissim Zvili do partido trabalhista da esquerda, e passou pela sua primeira votação no Knesset com uma folgada maioria bipartidária.

Os cristãos israelenses deram um suspiro de alívio quando Zvili retirou seu apoio pelo projeto em resposta a protestos contínuos de todas as partes do mundo.

Mas as celebrações eram prematuras; dentro de três semanas, um novo projeto anti-missionário foi apresentado por MK Raphael Pinchasi do partido ortodoxo Shas. Para o desalento dos oponentes do projeto, na primeira votação o gabinete inteiro — inclusive Netanyahu — votou a favor da lei, que prevê uma pena máxima de três anos ou multa de $13.800 para qualquer pessoa que “exorta” por qualquer meio uma outra pessoa a mudar de religião. Houve uma reação imediata, tanto em Israel, como no exterior. Numa carta recente a um líder da comunidade judia nos Estados Unidos, Netanyahu explicou que os projetos apresentados por membros da coalizão geralmente recebem voto de aprovação automática, mas depois terão mais três votações para se transformarem em lei. Ele ainda disse: “Quero garantir-lhe outra vez que Israel jamais aprovará uma lei que limite a liberdade da religião e que viole as convenções internacionais assinadas por nós.” Os cristãos de Israel, incluindo muitos judeus messiânicos, estão solicitando apoio e orações de todo o povo de Deus para que esta lei não seja aprovada, o que traria muita dificuldade e perseguição para a igreja em Israel.

PALESTINA

Dois judeus conseguiram permissão para orar no Monte do Templo em Jerusalém recentemente. É a primeira vez em anos que um judeu consegue orar com vista para o antigo templo judeu, onde uma mesquita muçulmana está agora estabelecida. Shlomo Naiman e Yitzhak Aimes oraram no dia 12 de julho. Eles são membros do Hai Vekayam, um movimento que reivindica os direitos dos judeus de orar em uma área controlada por muçulmanos. Eles conseguiram entrar através de um policial benevolente, embora a política governamental proíba os judeus de orar no Monte do Templo. O Parlamento Israelense está estudando uma taxa a ser paga pelos judeus que desejam orar no Monte.

EGITO

Mais de um milhão de muçulmanos no Egito e em outros países da região assistiram recentemente o filme “Jesus”. Milhares de pessoas se reuniram e se sentaram no chão em alguns centros comerciais locais para ver o filme. Alguns voluntários distribuíram cerca de 30.000 Bíblias para os que se mostraram interessados no cristianismo.

UGANDA – O Presidente de Uganda dá Testemunho Cristão.

As soluções para os problemas individuais e sociais só podem ser encontradas em Jesus Cristo, declarou o presidente de Uganda, Museveni. As diferenças tribais, as divisões religiosas, a pobreza, as doenças, a falta de instrução, os atritos políticos, e as discussões raciais são provas de que “os princípios de Cristo ainda não penetraram suficientemente na África”, ele disse. Museveni nem sempre seguiu os ensinamentos cristãos, mas declarou: “À medida que os anos foram passando… eu decidi seguir a Cristo com todo o meu coração. As virtudes cristãs do perdão, humildade e amor são necessários para ajudar a África”. As nações estão sofrendo porque as guerras tribais têm se espalhado ao longo dos séculos, e os líderes têm se tornado obcecados pelo “poder, ganância e egoísmo”.

“Por favor, orem para que Deus me dê forças, sabedoria e bom senso para ser um servo humilde”.

PERU – Evangélico liberado da Prisão no Peru

A longa espera de Wuille Ruiz Figueroa pela liberdade terminou no dia 6 de junho quando o presidente peruano Alberto Fujimori concedeu-lhe o perdão. Ruiz, um cristão, esteve preso mais de 5 anos em uma prisão peruana de segurança máxima.

Ruiz, um advogado metodista, foi preso em fevereiro de 1993 por ter em sua posse materiais subversivos, uma acusação que ele negou firmemente. Seis meses mais tarde, um juiz anônimo o considerou culpado e o sentenciou a 20 anos de prisão.

A sua primeira ação como um homem livre foi visitar os túmulos de sua mãe e de sua sogra, que morreram durante o seu período de prisão. Ruiz também deu um longo passeio a pé com sua filha, Esteli, que era bebê quando ele foi preso.

A missão Portas Abertas, um ministério que prove Bíblias, treinamento e encorajamento aos cristãos perseguidos; lançou várias campanhas de oração em favor de Ruiz, que organizou uma igreja dentro do seu bloco de celas na prisão.

Outros 11 cristãos também foram libera dos no dia 6 de junho.

Muitos cristãos peruanos se tornaram criticos declarados do governo de Fujimori, pc causa da perseguição aos terroristas às custas de liberdades constitucionalmente garantidas. De acordo com algumas estimativas desde 1992 os tribunais peruanos enviará mais de 4.000 homens e mulheres à prisão por prática de terrorismo. Especialistas es mam que cerca de um quarto dos que está na prisão são inocentes dos crimes de que são acusados. Cerca de 90 desses prisioneiros são cristãos.

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