Israel: A História de Duas Cidades

Data de publicação: 02/08/2012
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Edição 72 e Revista Impacto - 1998 a 2014.
Este artigo pertence a: Edição 72

Por: Asher Intrater

Encontramos muitas menções a Jerusalém na Bíblia, tanto no Velho Testamento quanto no Novo. Porém, é preciso distinguir entre dois tipos de citações: uma se refere à Jerusalém “de baixo”, na Terra, enquanto a outra, à Jerusalém “de cima”, no Céu.

Jerusalém na Terra

Eis que eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor e também para Judá, durante o sítio contra Jerusalém. Naquele dia, farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente; e, contra ela, se ajuntarão todas as nações da terra. (Zc 12.2-3)

O que esse texto descreve já está acontecendo hoje. O maior problema político no mundo inteiro, atualmente, é o que fazer com Jerusalém. O conflito entre judeus e palestinos em Israel é algo que ninguém consegue resolver. Apesar de ser uma região tão pequena, ela incomoda pessoas de todas as partes do mundo. Isso é relativamente novo; começou a despontar como problema mundial na década de 1970.

Porque eu ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém… (Zc 14.2)  

De acordo com essa profecia, a situação de Jerusalém, que já é crítica, vai piorar ainda mais. No fim, todas as nações do mundo se ajuntarão para atacá-la. Mas, nesse momento, quando a atacarem, Jesus voltará para estabelecer seu Reino sobre a Terra. Jerusalém deixará de ser um problema e se tornará um lugar de bênção, pois será a capital do Reino de Jesus sobre a Terra durante o Milênio.

Todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém subirão de ano em ano para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, e para celebrar a festa dos tabernáculos. (Zc 14 16)

Quando Jesus voltar, muitas pessoas serão mortas na batalha, outras serão ressuscitadas, e outras, arrebatadas. Aqueles que restarem subirão a Jerusalém, pois ela será a capital política do Reino de Jesus e o centro de adoração a ele. As pessoas de todo o mundo irão para lá a fim de adorá-lo como Rei.

Hoje, Jerusalém não é a cidade celestial que será a capital de Jesus; não tem ruas de ouro, nem se vê o profeta Elias andando pelas ruas (se bem que tem uma porção de loucos lá achando que são o profeta Elias!), nem é uma cidade de paz. Como judeus messiânicos, somos perseguidos tanto pelos muçulmanos (na parte leste da cidade), quanto pelos judeus ultraortodoxos (que predominam na parte norte da cidade). Tivemos incidentes recentes com ambos: membros da nossa equipe foram atacados com pedras e uma corrente pelos muçulmanos, enquanto eu mesmo fui levado diante de um tribunal com acusações falsas feitas por judeus ultraortodoxos e expulso de uma sinagoga!

Jerusalém de cima

A história de Jerusalém na Bíblia não termina com o Reino milenar. Jerusalém será um lugar maravilhoso no Milênio, infinitamente melhor do que é hoje. Porém, Deus tem algo superior ainda por vir depois!

Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que onde eu estou estejais vós também. (Jo 14.2-3)

Há um lugar no Céu, agora, que tem muitas mansões, uma delas preparada especialmente para você e uma para mim. Esse lugar chama-se Jerusalém celestial, e é uma cidade perfeita, muito diferente da Jerusalém da Terra com todos os seus problemas. Contudo, existe uma relação entre as duas.

Depois do Reino milenar de Jesus na Terra, virá mais uma etapa do Reino de Deus, que é a última. É nessa etapa que acontecem as coisas que são realmente boas.

Veja nos textos a seguir:

Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo.

E me transportou, em espírito, até a uma grande e elevada montanha e me mostrou a santa cidade, Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus. (Ap 21.2,10)

Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro. No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos. (Ap 22.1-2)

Talvez, isso seja um choque para você: os santos não passarão a eternidade no Céu! Eles o passarão num lugar novo que será formado quando o Céu descer para a Terra.

No final do Apocalipse – e de toda a História -, Jerusalém celestial descerá para a Terra. Jerusalém de cima se unirá à Jerusalém de baixo, o Céu vai descer, e o paraíso (o Jardim do Éden com o rio e as árvores) será restaurado. E tudo isso será duas vezes melhor do que o Céu é hoje.

A origem de Jerusalém

No início, havia o Jardim do Éden e o primeiro casamento. No final, haverá a restauração do Éden e o último casamento. Mas também haverá outra coisa: Jerusalém celestial que descerá para a Terra. De onde veio esse novo elemento que não estava presente no relato da criação? Quando entrou para a História?

Vou descrever resumidamente o que eu creio que tenha acontecido. Alguns aspectos são deduções e não podem ser provados. Mas você pode analisá-los, compará-los com o que a Bíblia diz e tirar suas conclusões.

Quando Deus criou o universo, os continentes não estavam separados. Formavam uma única massa de terra. O Jardim do Éden ficava bem no centro.

Naquele tempo, o Céu e a Terra estavam ligados. Deus havia criado dois tipos de ser à sua imagem: os anjos, no Céu, e os seres humanos, na Terra. Tanto os anjos quanto os humanos se parecem com Jesus, porque ambos foram criados à imagem de Deus. É por isso que alguns anjos apareciam aos homens na Bíblia, e estes nem percebiam que eram anjos.

O Céu e a Terra funcionavam como um prédio de dois andares. Sobre a Terra, havia um teto, que era o piso do Céu, chamado firmamento. Quem estava na Terra podia olhar para cima e ver uma cobertura, como se fosse de vidro e joias. Ezequiel foi a primeira pessoa a ver esse firmamento depois da Queda, com o trono de Deus em cima. Ali, em cima do firmamento, é que se encontra a Jerusalém celestial.

O propósito de Deus era que todos vivessem juntos, os anjos em cima, e os homens em baixo, como num grande sobrado. Podiam subir e descer a escada, aquela que Jacó viu no sonho. Não havia nenhuma dificuldade. Deus também descia para visitar o homem.

Deus tinha um plano para unir o mundo espiritual com o físico. Porém, o andamento desse plano dependeria, em parte, do homem, porque o Senhor lhe delegara autoridade sobre a Terra. Era como um contrato de aluguel. Deus é o dono de tudo, mas deu a chave da Terra ao homem. Mesmo tendo o direito de entrar em sua propriedade, em respeito ao acordo firmado, ele só entra quando é convidado.

Quando o homem pecou, o plano divino foi interrompido. Adão pegou as chaves e entregou-as a Satanás. Ao invés de convidar Deus para vir à Terra, ele deu o direito ao inimigo de tornar-se o “deus deste mundo”.

Adão foi expulso do jardim e perdeu contato com o mundo espiritual. Saindo do Éden, ele foi para o oriente, onde começou a civilização. O paraíso desapareceu da Terra.

Dois mil anos depois, Deus encontrou Abraão e chamou-o para iniciar seu plano para retomar a Terra. Para onde Deus o enviou? Para o ocidente, no sentido contrário ao caminho tomado por Adão, para o lugar onde tudo começara.

Abraão obedeceu e foi para a terra de Canaã. Deus queria um lugar para começar, para retomar toda a Terra e estabelecer o seu Reino. Mais uma vez, ele delegou sua autoridade a um homem, a Abraão. Ao prometer aquela terra específica para ele e seus descendentes, Deus tornou-o herdeiro do mundo (Rm 4.13).

Porém, depois de chegar à terra (e receber o filho da promessa), Abraão recebeu uma segunda ordem de Deus: “Pega o seu filho, vá para o lugar que eu lhe mostrar, e o sacrifique”. Que lugar era esse? Era o lugar onde Jesus seria crucificado muito tempo depois. Por que ele escolheu aquele lugar? Porque era justamente onde Adão e Eva haviam pecado. O lugar do sacrifício de Isaque era o mesmo lugar onde estivera o Jardim do Éden e onde seria a cidade de Jerusalém.

O sacrifício de Isaque simbolizava a morte de Jesus para reverter o pecado ali cometido. Sem solucionar o pecado, seria impossível tomar o Éden de volta. Por isso, Jesus teve de ir àquele mesmo lugar e morrer numa cruz. Assim como o primeiro casal pecou numa árvore, a expiação pelo pecado também aconteceu numa árvore. Por meio de sua morte, Jesus transformou a cruz na árvore da vida.

Foi ali que o homem e a mulher pecaram; foi ali que Jesus fez expiação pelo pecado. Foi ali que perderam a glória de Deus; foi ali que Jesus trouxe a glória de volta. Ali, eles morreram, e ali Jesus ressuscitou dentre os mortos. Foi de lá que ele subiu para o céu; e é para aquele mesmo lugar, conforme disseram os anjos aos discípulos, que Jesus voltará para invadir a Terra e retomar todo o planeta.

Separação entre Céu e Terra

Como ficou, agora, a relação entre o Céu e a Terra? Quem tem um corpo físico, feito da terra, pode viver neste planeta, mas não pode viver no Céu. Os anjos, que têm corpo espiritual, podem viver no Céu, mas não na Terra. Eles podem visitar a Terra, mas não podem permanecer aqui.

Jesus veio à Terra para tornar-se homem com corpo terreno. Depois de morrer, ele ressuscitou e ganhou um corpo glorificado. Ele podia comer como os discípulos e, também, passar através de portas fechadas. Ele subiu ao Céu nesse corpo glorificado e, por isso, pode ficar tanto no Céu quanto na Terra!

Quem não tem corpo terreno não pode viver aqui. Os anjos e os demônios podem visitar-nos se os convidamos, mas não podem viver aqui. Por isso, os demônios querem viver no seu corpo. É por isso, também, que o Espírito Santo quer viver em você.

Antes de tornar-se homem, Jesus veio várias vezes à Terra (umas 40 vezes no Velho Testamento), mas só pôde visitar. Foi ele que apareceu para Abraão e almoçou com ele em Gênesis 18; foi ele, também, que apareceu a Josué como comandante do exército de Deus (Js 5). Porém, para conseguir o direito de viver aqui, foi preciso nascer em corpo humano.

Agora, por causa da obra de Jesus, nós ganhamos acesso ao mundo espiritual. Quando nascemos de novo, recebemos um novo espírito que tem capacidade de subir ao Céu. Porém, ainda não podemos morar lá. Assim como Paulo (2 Co 12.1-4) e João (Ap 1.10), podemos orar, adorar Jesus e ser arrebatados em espírito. Porém, nosso corpo não pode ir para lá (Enoque e Elias subiram ao Céu no corpo, mas eles foram uma exceção).

Quando alguém que creu em Jesus morre, seu corpo volta para a terra, mas seu espírito e alma vão para o Céu definitivamente. É um lugar maravilhoso com mansões e ruas de ouro. O ouro de lá é diferente, é transparente. Por quê? Para que as pessoas de lá possam observar o que acontece na Terra. Porém, eles não podem voltar para cá.

Você pode estar pensando: “É isso mesmo o que eu quero; quero ficar lá no Céu para sempre! Não vou querer mesmo voltar!” Não! Estar lá depois que se morre é apenas metade daquilo que Deus preparou! Ele quer juntar o Céu e a Terra, o espiritual e o material! Mas isso só será possível quando Jesus voltar e formos ressuscitados ou glorificados com um corpo espiritual que possa ficar no Céu ou na Terra, como Jesus.

Por enquanto, depois que nascemos de novo, quando adoramos a Jesus, nosso espírito e nossa alma podem fazer contato com o Céu. Ao abrirmos nosso coração, Deus não somente vem para habitar em nós, mas também nos concede acesso ao Céu.

Fazendo abertura no Céu

No livro do Apocalipse, houve cinco ocasiões em que o Céu se abriu. Na primeira vez, houve uma abertura bem pequena; na ocasião seguinte, aumentou e, assim, sucessivamente até a última.

Na primeira vez, em Apocalipse 4, a abertura foi apenas de uma porta. João estava sozinho; ele abriu a porta do coração, e isso fez abrir uma porta no Céu. Uma porta é uma abertura suficiente para apenas uma pessoa passar. Quando alguém abre o coração, uma porta é aberta, dando acesso ao trono de Deus, à revelação, à comunhão com Jesus. Qualquer pessoa, em qualquer lugar pode fazer isso! Temos esse potencial ao nosso alcance por meio do Espírito.

O que acontece quando duas ou três pessoas se unem em oração, quando uma igreja inteira ora, quando todas as igrejas de uma cidade oram em conjunto – ou quando todo o povo de Deus no Brasil começa a orar pelo mesmo propósito? Podemos abrir um buraco enorme no céu e permitir que as bênçãos de Deus venham sobre toda a nação! Por isso, é tão importante orarmos coletivamente.

Na segunda e na terceira vez (Ap 11.19 e 15.5), vemos os santos adorando a Deus no tempo do fim, e o tabernáculo no Céu se abrindo. Houve um avanço, pois não se abriu apenas uma porta, mas um tabernáculo inteiro. Por que havia um tabernáculo no Céu? Porque, no Céu, há algo que corresponde a cada elemento da Jerusalém terrena.

Os brasileiros podem abrir um buraco no Céu sobre o Brasil, mas, para abrir o Céu sobre Jerusalém, é preciso que haja gente buscando a Deus lá. Nos últimos dias, haverá exatamente isso: judeus em Israel adorando a Jesus todos os dias, e outras pessoas, formando uma rede unida ao redor do mundo, adorando e orando no mesmo espírito, juntamente com elas. Isso fará com que seja aberto o tabernáculo no Céu, algo que nunca aconteceu antes.

É por isso que nossa equipe está em Jerusalém, orando e adorando ao Senhor todos os dias. É por isso, também, que estamos buscando vínculos no Espírito com os santos no Brasil e em muitas outras nações: para que, juntos, possamos orar e ver o tabernáculo no Céu aberto como nunca antes. Isso vai liberar o poder de Deus para sacudir o mundo inteiro com fortes sinais e prodígios, liberando o juízo divino, o avivamento e a última colheita. Dessa forma, a Terra será preparada para a volta de Jesus.

A quarta vez em que o Céu se abre está em Apocalipse 19.11. Dessa vez, o Céu é aberto a tal ponto que o exército inteiro de Jesus desce com ele para invadir e reconquistar a Terra. Mas, para isso, é preciso que todos nós oremos e adoremos com um só coração, incluindo cristãos de todas as nações do mundo ao lado do remanescente de judeus messiânicos em Israel. Precisamos orar juntos, adorar juntos e profetizar juntos até que se abra não apenas uma porta ou um tabernáculo, mas também uma brecha tão grande que o exército inteiro de anjos possa descer com o Senhor para tomar a Terra, tirar o domínio de Satanás e expulsá-lo daqui.

Ainda falta uma abertura. Você pode estar pensando: “Mas o que poderia ser melhor do que a quarta ocasião?” Pois ainda há algo maior.

A quinta e última vez está em Apocalipse 21 e 22. Durante o Milênio, vamos aprender com Jesus a orar e adorar a Deus de verdade. Teremos mil anos para praticar e realmente aprender a fazer do jeito certo. Mas vai valer a pena, porque, no final, abriremos um buraco tão grande que o próprio Céu descerá por inteiro! Todo o Céu se unirá à Terra outra vez. Jerusalém celestial será unida à Jerusalém terrena, e toda a criação e o universo serão restaurados. Tudo o que Deus tem no mundo espiritual e tudo o que ele criou e planejou no mundo físico serão unidos e estarão ao nosso alcance para sempre.

No fim, como podemos ver nos últimos dois capítulos de Apocalipse, tudo será como Deus planejou desde o início: Jerusalém celestial descerá para a Terra, haverá a festa do casamento do Cordeiro, e o paraíso com o rio de vida será restaurado. Deus habitará com o homem, e o Céu e a Terra estarão unidos para sempre.

Desafio

Portanto, nós na Terra recebemos a autoridade para abrir o Céu a qualquer hora que quisermos. Sempre que você for orar, adorar ou profetizar, abra o Céu propositalmente. Desde a primeira música de louvor, abra o Céu, e os anjos cantarão com você. Eles estão esperando por nós. Jesus já obteve a vitória, mas ele nos deu as chaves, para que tudo o que ligarmos e desligarmos na Terra seja ligado ou desligado no Céu. Você pode viver debaixo de um Céu aberto. Vá abrindo o Céu, abra cada vez mais até que o próprio Céu desça sobre todos nós. Que venha, de fato, o seu Reino!

2 respostas para “Israel: A História de Duas Cidades”

  1. eugenio cesar disse:

    Que Grandeza! Que Profundidade… Ler estas Verdades e Realidades compartilhadas é como um “combustivel” pra nossa Vida de Oraçao,Adoraçao e Louvor. Que Produz a Palavra do Espirito e de Jesus deixada pelo Seu Evangelho. ” Uhm…abrir o Ceus mais vezes” Não querer só uma portinha…Mas um “buraco”, Um TABERNACULO INTEIRO, Uma “Infantaria Celestial”…até vir a CIDADE SANTA e Unir-se !!!! Bendito seja o Cordeiro de DEUS! Como é motivador,inspirador,desafiante! Vem SENHOR SOBRE Nós. Tive que registrar pois isto me marca,abençoa e faz-nos desejar o SENHOR MAIS e Mais e os Ceus,Seu Plano,Sua Vontade. Vem a Nós SEU REINO! AVANTE Impacto.Aleluia!

  2. eugenio cesar disse:

    “Para a Primeira Abertura” Nos Céus…(Céus e Terra) O Intercambio! Como nos revela Apocalipse 4. Joao ” Ele abriu o Coração”!!! Aí Lembrei do Principio de Unidade e com muita propriedade a Revista Impacto – Edição ONDE DEUS ORDENA BENÇAO!!!! Confira. Será sempre DIMENSIONAL!!!! Preservemos a UNIDADE do Espirito.Entre nós como Igreja,Cristãos. E Um dos fatos na Historia da Igreja no Ultimo Século…(AVIVAMENTO EM AZUZA,Fruto de “poucos” homens que Viveram esta realidade e “Abriu um janelão”…Marcante que repercutiu em toda Terra- Fruto destas realidades (Preservar a UNIDADE DO ESPIRITO) Estes alguns homens se Uniram… Oravam,jejuavam,Obedeciam ao Espirito e NAO permitiam que “constrangessem” o ESPIRITO DE DEUS- UNIDADE!!!!! Deus seja Louvado.

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