Editorial 53

Data de publicação: 29/07/2011
Categorias da Biblioteca:
Edição 53 e Revista Impacto - 1998 a 2014.
Este artigo pertence a: Edição 53

Por: Conselho Editorial

De acordo com as Escrituras Sagradas, existem diversas figuras que servem para representar aspectos da história de Deus com o homem. Dentre elas, podemos citar a busca de Deus por uma habitação, a procura por uma noiva para o seu Filho e o estabelecimento e expansão de um reino.

Nesta edição, estaremos enfocando uma outra figura: a longa guerra, que começou antes da criação do homem no mundo espiritual, e na qual todos nós estamos envolvidos, consciente ou inconscientemente.

No primeiro livro da Bíblia, somos apresentados aos três personagens principais que fazem parte da guerra: Deus, a serpente e o homem. No último livro da Bíblia, depois de ver todo o desenrolar da história, encontramos os três personagens à frente de grupos maiores: Deus, com os arcanjos e os exércitos celestiais (Ap 12); a serpente ou o dragão, com sua trindade maligna e seus exércitos de demônios (Ap 13); e a humanidade, dividida em multidões que seguem a besta e o dragão e outras que são fiéis ao Cordeiro (Ap 7; 13).

Para quem duvida da importância de batalha espiritual para o tempo do fim, basta ler o Apocalipse e prestar especial atenção à quantidade de vezes que o livro menciona guerrear, pelejar ou batalhar neste contexto (veja, por exemplo, Ap 11.7; 12.7,17; 13.4,7; 17.14; 19.11,19).

Diante disso, concluímos que é apropriado que o Espírito Santo tenha despertado, nos últimos anos, o interesse do povo de Deus para esse tema de batalha espiritual. Por outro lado, como em todos os assuntos bíblicos (principalmente aqueles que são novos e menos conhecidos), corremos o perigo de cair em extremos. Se já seria muito perigoso alguém se envolver sem preparo ou conhecimento numa batalha meramente humana, imagine em uma batalha espiritual, que tem características e regras bem diferentes das nossas!

Obviamente, não há nenhuma pretensão da nossa parte de apresentar aos leitores um “manual” de batalha espiritual. Esperamos, contudo, que as matérias a seguir contribuam de alguma forma para elucidar a natureza dessa batalha e alguns dos perigos em que podemos incorrer.

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