Editorial 39

Data de publicação: 11/09/2011
Categorias da Biblioteca:
Edição 39 e Revista Impacto - 1998 a 2014.
Este artigo pertence a: Edição 39

Por Conselho Editorial

“No âmago de todo problema já enfrentado neste mundo existe uma mentira.”

Essa frase, que introduz uma das matérias de capa desta edição, foi publicada há quase três décadas numa revista cristã na Grã-Bretanha. Uma outra frase foi escrita há mais tempo ainda por um dos grandes pensadores cristãos do século XX, Francis Schaeffer (1912-1984): “Nossa geração está mais inclinada a crer na grande mentira do que qualquer outra na história do homem ocidental” (A Igreja do Final do Século XX, p.121).

Essas declarações são mais atuais do que nunca. A história da humanidade e do seu afastamento de Deus começou com uma mentira, introduzida pelo arquiinimigo de Deus. A história da humanidade caída, mas confiante em si mesma, caminha para uma conclusão trágica em que essa mesma mentira, sob inúmeros disfarces e manifestações, servirá de instrumento para que o príncipe deste mundo exerça seu controle manipulador sobre toda a Terra.

De acordo com Francis Schaeffer, já na sua época (décadas de 1960 e 1970), a perda da verdade e as formas de manipulação disponíveis aos detentores de poder já eram muito mais avançadas do que no tempo de Hitler e de outros representantes, até recentes, da ambição satânica de dominar o mundo em rebeldia contra Deus. Pior do que isso é a forma como a mentira tem penetrado na igreja, pois o objetivo de Satanás é controlar toda a esfera religiosa também.

Contudo, ainda que o mundo caminhe inexoravelmente nessa direção, sabemos que a verdadeira igreja do Senhor não precisa se submeter ao controle nem à manipulação do inimigo. Para isso, porém, precisa se libertar totalmente da mentira, pois essa é a arma principal de Satanás. Nas palavras de Schaeffer, novamente: “Esta não é uma época para uma igreja apática – uma igreja (…) que tem receio de ser livre no que precisa ser livre… É hora da igreja insistir, como uma verdadeira força revolucionária, em que existe uma verdade…” (A Igreja do Final do Século XX, capítulo 8).

Que nesta nossa geração, sejamos o povo da verdade (não de dogmas ou doutrinas), e que estejamos prontos para enfrentar com nossas próprias vidas as investidas e infiltrações da mentira na sociedade, na igreja, nas nossas famílias e na nossa própria mente e coração!

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