Deus Está Fazendo Uma “Nova Coisa” Na Sua Igreja

Data de publicação: 29/09/2011
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Edição 33 e Revista Impacto - 1998 a 2014.
Este artigo pertence a: Edição 33

Por David Wilkerson

Quantas vezes você já ouviu outros cristãos dizerem: “Deus está fazendo uma nova coisa na sua igreja”? A “nova coisa” a que se referem pode ser um avivamento, um derramamento do Espírito, uma visitação ou um mover de Deus.
Entretanto, com muita freqüência, esta “nova coisa” de Deus se apaga rapidamente. E logo que se apaga, não pode mais ser encontrada. Na realidade, sociólogos cristãos já fizeram um estudo de muitas destas “visitações”. Descobriram que a duração média de tais eventos é de aproximadamente cinco anos.
Pessoalmente, creio que Deus está, de fato, fazendo uma nova coisa na sua igreja hoje. Contudo, esta grande obra do Espírito não se limita a uma localização individual. Está acontecendo por todo o mundo. E não precisa viajar para longe a fim de contemplá-la. De fato, a “nova coisa” de Deus pode estar tão próxima como uma igreja perto de você.
Existe um princípio bíblico que governa qualquer genuíno mover de Deus. Encontramos este princípio em operação, vez após vez, tanto no Velho quanto no Novo Testamento. E tem acontecido durante séculos de história da igreja. O princípio é este: Deus não começará algo novo na sua igreja enquanto não acabar com o velho. Nas palavras de Jesus, não dá para colocar vinho novo em odres velhos.
Por que isto acontece? E porque Deus tem uma controvérsia com o velho sistema na sua igreja. Veja só: com cada nova obra que ele levanta, somente duas ou três gerações passam antes que apatia e hipocrisia comecem a tomar conta. Logo o povo de Deus se torna idólatra, seus corações inclinados para a apostasia. E, dentro de pouco tempo, Deus resolve deixar de lado aquilo que é velho na sua igreja. Ele o abandona completamente antes de introduzir o novo.

Declínio em Siló

Este princípio apareceu pela primeira vez em Siló. Durante o tempo dos juizes, Deus estabeleceu uma obra santa naquela cidade. Siló era o lugar onde ficava o santuário do Senhor, o centro de toda atividade religiosa em Israel. Era em Siló que Deus falava com seu povo. Foi também onde Samuel ouviu a voz de Deus e onde o Senhor lhe revelou a sua vontade.
Porém, Eli era o sumo sacerdote em Siló e seus dois filhos eram ministros no santuário. Eli e seus filhos eram preguiçosos e sensuais, totalmente consumidos por interesses próprios.
Durante seu ministério, permitiram que pecado grosseiro entrasse na casa de Deus. Com o tempo, Siló ficou corrompido. O povo de Deus se encheu de cobiça, adultério e hipocrisia.
Finalmente, o Senhor parou de falar em Siló. Em essência, disse a Samuel: “Siló ficou tão contaminado que não representa mais quem eu sou. Esta casa não é mais minha. Não vou mais tolerar isto. Este lugar está acabado para mim.” Então o Senhor tirou sua presença do santuário. E escreveu “Icabode” por cima da porta, significando: “A glória do Senhor se foi”. A que condição o povo precisa chegar para que o Senhor retire dele a sua presença?
Considere a cena em Siló: durante anos, ninguém havia entrado na brecha em favor daquela sociedade. Ninguém se humilhara, clamando em arrependimento: “Senhor, não se aparte de nós!”
Ao invés disso, Deus só via um povo endurecido em relação à verdade. Aqueles israelitas observavam todos os rituais religiosos e diziam todas as coisas certas, mas seus corações não participavam de nada daquilo. Todas as suas obras eram da carne. E o sacerdócio havia passado do ponto de retorno. O sumo sacerdote Eli ficara totalmente cego à sua própria condição de apostasia. Ele e seus filhos ímpios tinham de ser depostos.

Uma Nova Casa em Jerusalém

Então o Senhor removeu o velho e levantou algo totalmente novo. Depois disso, o templo em Jerusalém ficou conhecido como a “casa do Senhor”. E, durante um tempo, Deus falava com seu povo ali. A casa se encheu de oração; a palavra de Deus era pregada, e o povo oferecia sacrifícios de acordo com as ordens de Deus. O templo em Jerusalém representava a natureza de Deus e ele manifestava sua presença ali. De fato, em uma ocasião, sua glória encheu o templo tão poderosamente que os sacerdotes não puderam ministrar.
Contudo, depois de um tempo, aquele ministério também caiu em decadência. A corrupção se instalou entre o povo outra vez. E o templo em Jerusalém não mais representava Deus.
Não precisa mais do que duas ou três uma nova obra de Deus caia em apatia e hipocrisia.
Por que isto acontece? Quase sempre ocorre porque aqueles que estão na liderança passam a ser movidos pela carne. A paixão incandescente que deu origem à obra começa a se apagar. E, com o tempo, o ministério torna-se uma instituição humana. Rotina morta toma conta do culto. Os líderes, que antes viviam orando, agora dependem de organização e habilidades humanas para manter a obra em funcionamento.

No início, estes mesmos líderes confiavam totalmente em Deus e ele lhes falava. Mas, em algum ponto, resolveram abandonar o espírito de servo e assumir um posicionamento político. Agora, ao invés de ministrar, competem entre si por poder, prestígio e números.
tragicamente, seu ministério vira uma sombra remota daquilo que Deus antes fizera no meio deles, pelo seu poder e verdade.

O Senhor confrontou este tipo de mistura no tempo de Jeremias. Enviou o profeta à porta do templo para proclamar uma palavra devastadora: “Emendai os vossos caminhos e as vossas obras, e eu vos farei habitar neste lugar” (Jr. 7.3). Ele estava dizendo: “Esta obra tornou-se corrupta e agora a morte está às portas. Mas ainda há tempo para salvá-la. Não quero me afastar dela. Quero ficar aqui e agir no meio de vocês. Mas para que isto aconteça, vocês terão de se arrepender. Terão de voltar ao primeiro amor.”
Então o Senhor acrescentou: “Não confieis em palavras falsas, dizendo: templo do Senhor, templo do Senhor é este” (Jr. 7.4). Deus ouvira o povo dizendo: “O Senhor não poderá destruir este templo. E sua casa eterna. E nossa história, nossa tradição de gerações. Olhe para estes edifícios majestosos. Permanecem como testemunho de Deus ao mundo pagão. Ele nunca abandonará o que estabeleceu aqui.”
Mas o Senhor retrucou: “E quanto às suas contaminações? Quanto ao adultério solto? Vocês juram falsamente. Encurvam-se diante dos ídolos. E transformaram minha casa em covil de salteadores. Enviei profetas para adverti-los, mas não me ouviram. Falei com vocês, mas ninguém deu atenção. Clamei, mas ninguém respondeu.”
Agora Deus adverte: “Ide agora ao meu lugar, que estava em Siló, onde, no princípio, fiz habitar o meu nome, e vede o que lhe fiz, por causa da maldade do meu povo de lsrael”(Jr. 7.12). Ele estava insistindo: “Vamos lá, todos vocês que são pastores, ministros e sacerdotes. Abram suas bíblias e vejam vocês mesmos como agi no passado. Vejam o que aconteceu na minha casa em Siló. Estabeleci aquela igreja e coloquei meu nome sobre ela, mas o povo recusou meus profetas. Confiaram em seus próprios caminhos. Então rejeitei completamente aquilo que se tornara velho”.
No fim, ele diz a Jeremias: “Tu, pois, não intercedas por este povo, nem levantes por ele clamor ou oração, nem me importunes, porque eu não te ouvirei” (Jr. 7.16). Ele estava dizendo: “Não se dê ao trabalho de orar por esta obra condenada. Está morta e acabada, sem qualquer esperança de ser reavivada.”

Jesus Traz um Convite e uma Advertência

Jesus ficou no último templo, restaurado no tempo de Esdras, e convidou a todos para virem se abrigar sob suas misericordiosas asas de proteção. Convidou aos cegos, aos leprosos, aos pobres, aos perdidos e a quem quisesse, que viessem e encontrassem cura e perdão. Mas a multidão religiosas recusou sua oferta. Então Cristo testificou a seu respeito: “Vós não o quisestes!” (Mt. 23.37)
Jesus respondeu àqueles que o rejeitaram, dizendo: “Eis que a vossa casa vos ficará deserta” (Mt 23.38). Ele lhes disse: “Este templo agora é sua casa, não minha. Eu a estou deixando. Estou deixando aquilo que vocês desperdiçaram e abandonaram”.

Os discípulos não conseguiam acreditar nas palavras de Jesus. Insistiram com ele: “Mestre, olhe para a magnificência do templo, as estruturas impressionantes. Considere sua história, os séculos de tradição. Isto não pode, de forma alguma, cair em ruínas. O Senhor está dizendo que tudo acabou?”

Jesus respondeu: “Sim, está acabado. Esta obra velha está acabada. Está morta e terminada aos meus olhos. Estou para fazer uma coisa nova agora.”

Pense nisto: aqui está a misericórdia e a graça encarnada, e ele está dizendo: “Esta coisa velha não é mais minha. Agora a deixo abandonada. Não tem mais chances de ser renovada”. Em seguida, caminhou firme em direção ao Pentecostes, ao início de uma nova coisa. Ele estava para levantar uma nova igreja, não uma réplica daquilo que já existia. E a faria nova desde os fundamentos. Seria uma igreja formada de novos sacerdotes e novo povo, todos nascidos de novo através dele mesmo.

Enquanto isso, a obra velha ainda se arrastaria. Multidões viriam ainda ao templo para observar seus rituais mortos. Pastores ainda roubariam os pobres, adúlteros continuariam pecando livremente, e o povo se inclinaria mais e mais à idolatria. Cada dia, a obra velha ficaria mais fraca e sem vida. “Por quê?”, alguém talvez pergunte. Porque a presença de Deus não estava mais nela.

E a Igreja Hoje?

Agora chegamos à igreja dos nossos dias. Quero perguntar-lhe: o que você vê acontecendo na igreja hoje representa aquilo que Jesus é? Considere todas as denominações e movimentos, tudo que se associa ao nome de Cristo. O que estamos vendo é realmente a igreja triunfante, a noiva imaculada de Cristo? Revela ao mundo perdido a própria natureza de Deus?
Ou, porventura, a igreja visível e moderna se tornou a coisa velha? Tem-se contaminado, equilibrando-se perigosamente no limite, prestes a ser substituída por algo novo? Em síntese, será que Deus ainda fará uma última mudança antes da volta de Jesus? Terá de abandonar aquilo que se corrompeu a fim de levantar uma igreja final e gloriosa?
Sim, eu creio que ele fará isto. Isaías nos diz: “Eis que as primeiras coisas passaram e novas coisas eu vos anuncio; e, antes que venham à luz, vo-las faço ouvir” (Is 42.9).
A igreja, como a conhecemos hoje, começou com arrependimento. Quando Pedro pregou a Cruz em Pentecostes, milhares vieram a Cristo. Esta nova igreja se constituiu em um só corpo, consistindo de todas as raças, cheias de amor uns pelos outros. Sua vida coletiva foi marcada por evangelismo, um espírito de sacrifício, até por martírio.
Este início maravilhoso se reflete nas palavras de Deus a Jeremias: “Eu mesmo te plantei como vide excelente, da semente mais pura” (Jr. 2.21). Entretanto, as palavras seguintes descrevem o que freqüentemente acontece com uma obra iniciada por Deus: “Como, pois, te tornaste para mim uma planta degenerada, como de vide brava?” Deus estava dizendo: “Eu plantei você da maneira certa. Você era minha, trazia meu nome e natureza. Mas agora ficou degenerada.”

Idolatria na Igreja

O que causou esta degeneração na igreja? Sempre foi, e sempre continuará sendo, idolatria. Deus estava falando de idolatria quando disse a Jeremias: “O meu povo trocou a sua Glória por aquilo que é de nenhum proveito” (Jr. 2.1 I). Foi a idolatria que desolou Siló, que destruiu o templo e que está contaminando a igreja hoje. Sempre foi a causa fundamental que leva Deus a abandonar uma coisa velha a fim de iniciar algo novo.
A maioria dos ensinamentos bíblicos hoje identifica um ídolo como sendo qualquer coisa que se interpõe entre o povo de Deus e o próprio Deus. E aquilo que nos afasta dele. Contudo, esta é apenas uma descrição parcial de idolatria.
A idolatria tem a ver com uma questão de coração muito mais profunda. A verdade é que a idolatria pode correr solta na casa de Deus e, no entanto, permanecer totalmente invisível. Era a isto que o Senhor estava se referindo quando disse a Ezequiel que os anciãos de Israel tinham um tropeço para a iniqüidade diante de si (Ez 14.3,7). O tropeço é qualquer doutrina que justifica um ídolo. Isto cega o povo de Deus para seus pecados.
E exatamente o que tem acontecido na igreja hoje. O ídolo número um entre o povo de Deus atualmente não é adultério, pornografia ou álcool. É uma cobiça, um desejo dominante muito mais forte. O que é este ídolo? É a ambição obcecante de alcançar sucesso. E tem até mesmo uma doutrina para a justificar.

A idolatria do sucesso descreve muitos na casa de Deus hoje. São pessoas corretas, moralmente limpas, cheias de boas obras. Mas estabeleceram um ídolo de ambição nos seus corações e não permitem que seja removido. E este espírito tem poluído o evangelho de Jesus Cristo pelo mundo inteiro. Apresenta-se como um espírito de bênção, mas é uma perversão da bênção que Deus pretende para sua igreja. E está fazendo naufragar a fé de milhões de pessoas.

Pastores e evangelistas estão comprando a mentira de que precisam medir seus resultados pelos padrões do mundo. E por isto que sucesso na obra de Deus veio a significar freqüências gigantescas, edifícios enormes e orçamentos milionários. E é por isto que pastores se sentem compelidos a pressionar a si mesmos e a suas congregações para alcançar estes objetivos.

Uma Nova Coisa na Igreja

Posso lhe afirmar que não é esta a igreja que Jesus Cristo está voltando para receber como sua noiva. Esta instituição movida pela carne, pós-modernista e materialista está se tornando velha e corrupta. E, mesmo agora, está nas agonias da morte.
Muitos jovens pastores em todo o mundo já o percebem. Estão fartos da coisa velha, com todas as brigas e conflitos internos das instituições. Não querem nenhum envolvimento com tudo isto. Rejeitaram a pressão de se tornarem grandes e famosos. No lugar disso, estão voltando à centralidade de Cristo, à posição de buscar a Deus, de ter fome pela verdade. E sentem que há uma nova, recém-criada obra de Deus no ar.

“Eis que as primeiras coisas passaram e novas coisas eu vos anuncio; e, antes que venham à luz, vo-las faço ouvir” (Is 42.9).

Sabemos que, nestes últimos dias, Satanás descerá à terra cheio de grande ira (ver Ap 12.12). Ele está cheio de grande cólera porque sabe que pouco tempo lhe resta. E ele há de jorrar sobre a igreja uma grande torrente de iniqüidade. Mas Deus declara: “Avise o meu povo que o Leão de Judá está descendo com todo o poder do céu. O Redentor virá a Sião!”

As Escrituras nos dizem: “O Senhor sairá como valente, despertará o seu zelo como homem de guerra; clamará, lançará forte grito de guerra e mostrará sua força contra os seus inimigos” (Is 42.13).

Por que Jesus virá com tamanho rugido? E o que clamará? Clamará em ciúmes (a palavra “zelo” no original significa “ciúmes”) por causa do seu povo. Veja, nosso Senhor está sentindo fortes ciúmes da sua igreja agora. E aqui está o seu grito de ciúmes: “Por muito tempo me calei, estive em silêncio, e me contive; mas agora darei gritos como a que está de parto, e ao mesmo tempo ofegarei e estarei esbaforido” (Is 42.14).

O que isto significa? Por que Jesus haveria de gritar como uma mulher em dores de parto? O Senhor está nos dizendo que está prestes a dar à luz algo novo. Enquanto Satanás está enfurecido, lutando selvagemente para enganar multidões, Deus está dizendo ao seu povo: “Uma nova e santa coisa está sendo gerada embaixo do focinho de Satanás. Esta é uma igreja que ele não conseguirá enganar. E a igreja que há de prevalecer, que não possui mancha e nem ruga.”

Até agora, o Senhor permaneceu  em silêncio.Reteve sua ira enquanto falsas doutrinas, falsos profetas e lobos vestidos de ovelhas levaram multidões no Corpo de Cristo ao naufrágio. Mas agora Deus manifestará a sua voz. Ele está nos dizendo:

“Pastores têm transformado minha casa em um covil de iniqüidade. Contudo, mantive silêncio. Pregadores materialistas têm corrompido minha igreja no mundo inteiro com doutrinas abomináveis. Ainda assim, não fiz nada. Fiquei calado enquanto mega igrejas retiraram a ofensa da Cruz das suas congregações. Eu me contive enquanto pastores complacentes permitiram que comediantes e apresentadores introduzissem atitudes levianas e frívolas na minha santa casa.

“Mas agora chega! Agora estou despertado. E estou descendo para minha casa para purificá-la antes de voltar para minha noiva. Estejam avisados: estou descendo com santo ciúme. E hei de destruir todas estas falsas doutrinas. Vou levar à falência cada ladrão que usurpou os meus púlpitos. Vou secar todas suas fontes e fazer com que seus rios de dinheiro fiquem vazios” (leia Is 42.15,17).

Amados, esta é a nova coisa que Deus está fazendo na sua igreja. Ele está dizendo: “Vou destruir e devorar todo ministério que estiver agindo através da carne, da autopromoção e do materialismo. E vou levantar pastores segundo meu próprio coração, servos fiéis que me conhecem. Vou destruir todos os falsos evangelhos e confundir e envergonhar todo falso pregador.

“Entretanto, não abandonarei aqueles milhões de pessoas sinceras que foram iludidas pelas falsas doutrinas. Estas não sabiam discernir o que estavam seguindo. Mas agora haverão de ouvir meu evangelho puro. E quando ouvirem, se arrependerão e se envergonharão do evangelho raso e frívolo que os levou por este caminho errado. Guiá-los-ei ao caminho da verdade.”

“Guiarei os cegos por um caminho que não conhecem, fá-los-ei andar por veredas desconhecidas; tornarei as trevas em luz perante eles, e os caminhos escabrosos, planos. Estas coisas lhes farei, e jamais os desampararei” (Is 42.16).

Este artigo foi publicado em inglês no jornal periódico Times Square Church Pulpit Series, por World Challenge, INC. Todos os direitos autorais e de publicação pertencem a: World Challenge, INC., RO. Box 260, Lindale, TX, 75771, EUA.
Artigos em português de David Wilkerson podem ser encontrados na Internet, no site: www. tscpulpitseries. org.

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