Ciência e Fé: A Ciência Defende a Fé…

Data de publicação: 16/12/2011
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Edição 02 e Revista Impacto - 1998 a 2014.
Este artigo pertence a: Edição 02

Com o passar do tempo, a ciência tem deixado se ser inimiga da fé.

A teoria de conhecimento “queijo suíço” é mais ou menos assim. A maioria dos cientistas atuais têm um conhecimento muito profundo da sua área específica. Isto inclui estar bem consciente das fraquezas próprias destas áreas. Mas a maioria têm apenas um conhecimento superficial das outras áreas e na verdade acreditam que tudo nelas é muito sólido. À medida que o cientista coloca sua cabeça para fora de seu buraco no queijo suíço e avista o horizonte, ele vê alguns grandes buracos na sua área imediata, mas ao olhar além do seu campo, os buracos parecem deixar de existir. Se ele fosse capaz de se afastar de seu próprio buraco e enxergar o queijo como um todo, veria rapidamente que o queijo inteiro está repleto de buracos, Dr. Charles Thaxton, professor da Universidade Charles, em Praga, falou para sua audiência no encontro recente da Sociedade Teológica Evangélica que cada vez mais os cientistas estão se afastando dos seus próprios buracos no queijo suíço do materialismo naturalístico para ver que todo o sistema está cheio de buracos.

O primeiro buraco a aparecer foi à idéia de que o universo não era infinito. A teoria do Big Bang deixou em ruínas a teoria do universo auto-perpetuante. Alguma coisa ou Alguém causou a nossa existência. E mesmo dentro do contexto do Big Bang, matemáticos determinaram que ainda não houve tempo suficiente para o universo produzir vida. Depois, com a invenção do microscópio eletrônico, começamos a ver que a célula não é apenas um aglomerado de protoplasma, mas uma máquina altamente complexa, operando numa velocidade e nível de complexidade que ultrapassa de longe nossos mais avançados computadores. Para complicar o quadro ainda mais, o período de tempo para produzir a vida subitamente foi reduzido de 1 bilhão de anos no planeta primitivo para menos de 100 milhões de anos. A capacidade de formar até mesmo o mais simples tijolo de vida se tornou impossível de alcançar dentro deste espaço de tempo no planeta primitivo. Se você é leitor da Revista Time, deve ter visto em uma recente edição que o primeiro sistema complexo de vida apareceu no que chamamos de explosão Cambriana. Antes achava-se que esse período durou cerca de 75, depois 30, e agora menos de 10 milhões de anos. Os cientistas estão ficando muito incomodados com essa idéia porque simplesmente não podem entender como os processos naturais dariam conta disso tudo. O queijo suíço não só está ficando cheio de buracos, mas os buracos estão ficando cada vez maiores.

O maior deles, que o Dr. Thaxton descreveu, envolve biologia e a molécula do DNA. O DNA contém as informações de cada célula viva necessárias para sua formação e para todos seus processos. Isto é realizado principalmente pela seqüência de nucleotídeos em segmentos de DNA chamados genes, que codificam a seqüência de aminoácidos em proteínas. A função da proteína depende da seqüência de aminoácidos e conseqüentemente da seqüência do DNA. O código genético é, portanto, um código de informação. A teoria da informação e a teoria da comunicação são unânimes em afirmar que códigos de informação somente surgem de uma fonte inteligente. O materialismo naturalístico não pode fazê-lo. A verdadeira ciência não é um inimigo. Se algo é verdadeiro a ciência pode comprová-lo. As evidências a respeito do DNA estão disponíveis a todos. Essa evidência é tão persuasiva que fará com que qualquer mente inquiridora pare para considerar suas implicações. Para muitos céticos existentes hoje em dia, essa pequena janela pode ser o suficiente para a verdade do evangelho atravessar.

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