Depois da decisão de entregar-se a Jesus, a escolha do cônjuge é a mais importante na vida de uma pessoa. Terá consequências profundas e abrangentes em todo o resto de sua vida e em muitas pessoas à sua volta.
Neste mês de outubro de 2011, estamos completando 13 anos de Impacto. Por trás da revista, porém, existe um ministério com uma porção de outras publicações que começou há bem mais tempo.
Raramente, nestes 12 anos de publicação, temos dedicado espaço a acontecimentos atuais. Como o leitor já sabe, uma das qualidades mais importantes da revista Impacto é justamente a de não perder validade com o passar do tempo, por tratar de assuntos permanentes da vida cristã e não de fatos passageiros.
É difícil imaginar como a abundância de algo tão precioso como a Palavra de Deus escrita poderia nos fazer mal. Contudo, não é preciso pesquisar muito para constatar que a Igreja no Ocidente, com opções cada vez mais variadas e acessíveis de traduções da Bíblia e ferramentas de estudo bíblico, está bem mais pobre espiritualmente do que a Igreja nos países fechados para o Evangelho – nos quais é difícil conseguir até um exemplar das Escrituras, o que dizer de algum recurso adicional...
As verdades de Deus são imutáveis e eternas. Entretanto, por causa das limitações humanas e das circunstâncias características de cada geração, há momentos históricos em que determinados aspectos da revelação divina são mais enfatizados do que em outros.
Vivemos num mundo onde as mudanças são constantes. Ninguém espera que as coisas continuem iguais por muito tempo. Dentro de um espaço relativamente curto, modas, costumes, morais e (especialmente) aparelhos tecnológicos podem ficar drasticamente ultrapassados. Não é mais preciso ser um veterano idoso para dizer, por exemplo: “Eu me lembro de quando ninguém tinha computador”.
A vida com Deus é realmente, como Jesus revelou a Nicodemos, semelhante ao vento: imprevisível, intangível, indefinível. A natureza humana talvez nunca consiga acostumar-se com isso, mas ser guiado pelo Espírito requer dependência incessante e abertura para mudar nosso sofisticado planejamento e o adequarmos à direção dele.
Perdão é um tema sempre pertinente, prático e necessário na Igreja – e onde quer que seres humanos se relacionem. Por mais que tenhamos ouvido, aprendido e procurado colocar em prática, nunca chegaremos ao ponto de não precisar dar atenção a esse assunto, em nossa vida individual e coletiva, seja qual for a esfera de convivência.
Não é nenhuma novidade dizer que o mundo dos nossos dias impõe um ritmo de vida e gera pressões que seriam quase inimagináveis poucas décadas atrás. Se quisermos permanecer “conectados” com o mundo, com os amigos e clientes – se quisermos permanecer no mercado de trabalho –, seremos obrigados a acompanhar a evolução cada vez mais acelerada de equipamentos e aparelhos de comunicação e informação.
A situação caótica das famílias hoje não surgiu de uma hora para outra. Enquanto grande parte da Igreja dormia despercebida nas últimas décadas, o inimigo foi minando sorrateiramente os papéis divinamente designados para o homem e a mulher na família. As consequências demoraram a aparecer, mas agora, estão por toda a parte, causando profundas mudanças (negativas) em toda a sociedade. Na escola, no serviço, nas ruas (e nas igrejas!), quando se pergunta de onde vieram tantos comportamentos agressivos, deturpados, inexplicáveis, a resposta sempre aponta para a família (ou a ausência dela). Não se pode negar: a estratégia do inimigo funcionou!
O tema desta edição é um bom exemplo da linha editorial que temos procurado seguir nesses dez anos. "Igreja nos lares: Problema ou Solução?" não é uma tentativa de defender um novo modelo ou fórmula eclesiástica. Focando uma tendência mundial de trazer o centro da vida da igreja de volta para o seio da família, queremos estimular o leitor a ir além de fatores secundários e estruturais para entender a verdadeira importância dos lares como base da igreja.
Não existe nas Escrituras nenhum texto que afirme categoricamente: para ser cristão, é preciso separar um tempo diário, a sós, para meditação na Palavra de Deus e oração. Mais uma evidência de que a Bíblia não é um manual com listas de regras, mas uma descrição inspirada dos caminhos de Deus com os homens através da história.
A idéia de um segredo único e universal, que abriria as portas ao sucesso, à felicidade e à realização, fascina a humanidade há longa data. De tempos em tempos, alguém se levanta e proclama ter encontrado a chave. Apontando para vidas exemplares que triunfaram em meio a obstáculos e circunstâncias aparentemente impossíveis, mostra um caminho que afirma ser garantido a conduzir quem quer que seja ao sucesso.
Todo bom cristão sabe (ou deveria saber) que é proibido perguntar "Quando Jesus voltará?". Poucas coisas foram definidas mais explicitamente por Jesus do que a impossibilidade de marcar o dia ou a hora de sua volta (Mt 24.36). Mesmo assim, como mostrou a história mais de uma vez, pessoas que dizem acreditar fielmente na Bíblia são capazes de levar muita gente a aceitar previsões (ou princípios) totalmente contraditórias às mais claras afirmações das Escrituras.
Todos nós sabemos que as lágrimas têm poder para mover as pessoas - poder que nem sempre é utilizado de forma benéfica ou desinteressada! Sabemos também que nem todos são facilmente induzidos a lágrimas. Alguns choram por motivos que podem parecer banais; outros retêm as emoções, mesmo nas circunstâncias mais trágicas. E ainda há os atores e atrizes, profissionais ou não, que são capazes de produzir lágrimas a seu bel-prazer sem que sintam qualquer emoção genuína.
Como expressa o lema na capa, nossa missão é ajudar as pessoas a refletirem, com abertura, sobre os temas abordados. Talvez alguém nunca tenha pensado seriamente sobre determinado assunto. Ou, possivelmente, já tenha uma posição assumida, mas que seja mais resultado da opinião de outras pessoas do que de reflexão e pesquisa próprias. Nosso papel é cutucar, estimular e dar subsídios para que essa reflexão ocorra.
Provavelmente, você nunca ouviu falar de John Lake. Ou, se conhecia o nome dele, sabia quase nada a seu respeito. Para nós, também, foi uma grande descoberta ler a sua história. Mais do que isso, foi um impacto e uma verdadeira chacoalhada. Era quase como se estivéssemos descobrindo, pela primeira vez, os "dons de curar" (1 Co 12.9).
De acordo com as Escrituras Sagradas, existem diversas figuras que servem para representar aspectos da história de Deus com o homem. Dentre elas, podemos citar a busca de Deus por uma habitação, a procura por uma noiva para o seu Filho e o estabelecimento e expansão de um reino.
Nem todos os temas da revista Impacto são de interesse de todos os leitores. Embora esforcemo-nos para tratar de assuntos de relevância atual a todo o Corpo de Cristo, reconhecemos que, muitas vezes, determinados tópicos não afetam tanto a vida de alguns quanto a de outros.
Falar das heresias de outras ramificações do cristianismo não é difícil; como disse o próprio Jesus, muito antes que viessem as divisões que dilacerariam a igreja ao longo da história, é muito mais fácil ver o cisco no olho do irmão (que geralmente nem consideramos irmão) do que a enorme viga que está no nosso (Mt 7.1-5).
É difícil acompanhar as notícias nacionais ou internacionais sem ser tomado por um senso de pessimismo, de desesperança, de ausência de perspectiva. Muda-se o partido político, mudam-se ministros e chefes de departamentos, alternam-se os protagonistas no cenário mundial, lançam-se novos projetos, novas siglas, novas leis, novas reformas – no entanto, não muda o estado de corrupção, o processo cada vez mais acelerado de aquecimento global, a miséria, a ineficiência, os conflitos.
Um dos grandes desafios para qualquer cristão – e para a igreja como um todo – é trazer a fé da esfera teórica e abstrata para a vida prática. É da nossa falha em fazer isso que resultam todas as “dicotomias” que caracterizam os cristãos hoje, ou seja, estas divisões artificiais entre a nossa vida com Deus e nossa vida no mundo, entre a forma de nos relacionarmos com pessoas “de dentro” e pessoas “de fora”, entre a parte do nosso tempo que pertence a Deus e a parte que pertence a nós mesmos – e assim por diante.
O que quer dizer isto - devolver a igreja para o seu dono? Será que a igreja já não pertence ao Senhor? O que temos feito para trocar a coroa de espinhos por uma coroa de honra e exaltação humanas? Será que os títulos que usamos dentro da igreja têm contribuído para que o homem tome o lugar que pertence a Jesus? Que outras atitudes estão impedindo o Senhor de ser, de fato, o nosso Rei?
Alguns assuntos costumam ser evitados em conversas entre cristãos. Isso ocorre, às vezes, pelo fato de serem polêmicos; outras vezes, pelo desconhecimento generalizado das questões envolvidas; outras, ainda, por parecerem muito distantes da nossa realidade presente.
Um dos nossos maiores desejos, como grupo editorial da revista Impacto, é ajudar a discernir o que "o Espírito está dizendo às igrejas". Isso, naturalmente, vai muito além de produzir reportagens ou discussões a respeito das últimas tendências ou ênfases no meio cristão, embora estas possam representar, de algum modo, uma direção que Deus está indicando para o seu povo.
Embora normalmente não haja uma seqüência lógica nos temas de capa da revista Impacto, o assunto desta edição tem uma ligação importante com o as duas edições anteriores. Na edição 43, o enfoque foi sobre a importância da Palavra escrita para mudar nossa maneira de pensar e, conseqüentemente, de agir. É o aspecto objetivo do conhecimento de Deus. Já na edição 44, a ênfase foi sobre o aspecto subjetivo: como ouvir a voz de Deus no nosso interior, especialmente quando é pouco perceptível por nossos sentidos naturais.
De acordo com Jesus, uma das principais marcas de suas ovelhas é a capacidade de conhecer a sua voz e distingui-la de todas as outras (Jo 10.4,5). No entanto, essa tarefa, por mais que seja nossa principal responsabilidade na vida espiritual, parece que não é tão simples ou automática assim - mesmo para ovelhas bem "experimentadas", há muito tempo seguindo o Bom Pastor.
Enquanto muitos comemoram o crescimento da igreja evangélica e o seu potencial de impactar e mudar a sociedade, outros se preocupam com uma constatação alarmante: os cristãos falam muito sobre Jesus, usam o nome de Jesus, acham que representam Jesus, mas não vivem como Jesus.
Já houve épocas na história do povo de Deus na Terra nas quais longos espaços de tempo se passavam sem que algo novo despontasse para indicar que o “acampamento seria levantado para caminhar novamente rumo à terra da promessa”. Hoje vivemos uma situação bem diferente. Com intervalos muito curtos, a igreja tem experimentado sucessivas ondas de revelação e restauração. Santificação, batismo no Espírito Santo, evangelismo em massa, cura divina, adoração, ministérios bíblicos, crescimento da igreja, discipulado e ensino da Palavra são apenas alguns dos avanços na caminhada do povo de Deus no último século.
O tema desta edição é oração – não oração individual ou devocional, por mais importantes que sejam mas oração coletiva, oração como ministério, como a atividade mais fundamental e central da igreja.
Os jovens de hoje parecem ser motivo de constante preocupação. Seus pastores não sabem o que fazer com eles. Procuram evitar problemas, abafar confusões e fazê-los andar o mais “comportado” possível. Os pais, quando seus filhos já não estão desanimados, frustrados e sem direção, vivem na preocupação de tão iminente realidade. E assim por diante, passando por educadores, pelo governo ou pela polícia, o jovem é visto como um ser confuso, complicado e problemático.
"No âmago de todo problema já enfrentado neste mundo existe uma mentira." Essa frase, que introduz uma das matérias de capa desta edição, foi publicada há quase três décadas numa revista cristã na Grã-Bretanha. Uma outra frase foi escrita há mais tempo ainda por um dos grandes pensadores cristãos do século XX, Francis Schaeffer (1912-1984): "Nossa geração está mais inclinada a crer na grande mentira do que qualquer outra na história do homem ocidental" (A Igreja do Final do Século XX, p.121).
Não é novidade, para aqueles que têm andado com Deus há algum tempo, dizer que a restauração da família é uma das prioridades divinas em nossa geração. Temos testemunhado uma grande ênfase em ministérios, cursos e publicações sobre todos os aspectos da vida familiar.
Sabemos que a história, do ponto de vista de Deus, caminha para uma consumação final. Neste sentido, por mais que tenhamos a sensação de estar andando em círculos, podemos afirmar que cada geração se aproxima mais do clímax, do grandioso finale do concerto divino e da “dispensação da plenitude dos tempos”.
Qualquer tema que ocupa extenso espaço através de toda a Bíblia certamente representa um assunto de vital importância para o povo de Deus, indiferentemente da época em que vive. Deus não perderia tempo falando vez após vez sobre uma questão se fosse algo temporário ou passageiro. Talvez concordemos com essa premissa na teoria, mas vamos falar sobre um exemplo concreto.
O tema "adoração" tem sido bastante polêmico entre nós, cristãos, nos dias de hoje. Muitos defendem como mais espiritual uma adoração comunitária entusiasmada, com manifestações emotivas, expressões corporais, gestuais. Outros defendem uma adoração mais contida, reverente, silenciosa e contrita, como expressão genuína de louvor.
O medo é um dos sentimentos mais universais na raça humana – e até entre todos os seres vivos. Não é nosso propósito, porém, tentar explorar as causas e soluções para toda a extensa gama de manifestações de medo na alma humana. Nem seria possível no contexto limitado desta edição.
Seja qual for sua convicção escatológica, está muito claro a todos os estudiosos da Bíblia que haverá um grande confronto final entre as forças da luz e os exércitos das trevas. Será o combate de todos os combates, o grande teste da estratégia de Deus diante dos planos de seu arquiinimigo.
Para muitos, quem sabe, o título na capa soe como um paradoxo, uma contradição de termos, uma união de dois conceitos incompatíveis: Lazer Santo?
Há alguns anos, na cidade de Porto Alegre, um irmão tomou um táxi e observou que havia nele um adesivo com um versículo bíblico. “Você é cristão?”, perguntou-lhe o passageiro. “Faz parte de alguma igreja aqui?” “Faço parte da maior igreja do mundo”, o taxista respondeu. “Sou um desviado!”
Estamos vivendo num mundo extremamente evoluído na tecnologia, na administração e no conhecimento. As proezas da capacidade criativa e científica do homem nos assombram e encabulam por todos os lados. Ao mesmo tempo, contudo, a sociedade caminha na direção oposta, no que diz respeito à moralidade, ao equilíbrio interior e à justiça.
Quando todo o mundo (ou, pelo menos, um número expressivo de pessoas, líderes e movimentos) começa a falar a mesma coisa, usar os mesmos termos e enfatizar o mesmo assunto, será que isto significa que Deus está falando à sua igreja? Ou será que estamos diante de um novo modismo que, depois de um tempo, passará, deixando mais divisões e partidos neste cristianismo já tão esfacelado?
Nossa lealdade, como cristãos, não é para com governos ou países, mas para com o reino de Deus. Devemos sempre procurar compreender, à luz do Espírito Santo nas Escrituras, o grande plano de Deus, que está acima de reis, presidentes, ditadores e interesses individuais dos países. Precisamos ver para onde ele está conduzindo os acontecimentos mundiais e o que significam no contexto do seu reino.
Existem muitas coisas que apontam para o fato de estarmos nos últimos dias. Além da mudança de milênio e o significado simbólico e numérico desta data, temos os acontecimentos atuais em rápida sucessão, trazendo confirmação às profecias bíblicas e mostrando que não temos mais tempo a perder.
Talvez o termo "rótulo" não lhe seja muito familiar dentro do vocabulário bíblico ou cristão. Já a idéia de preconceito não é tão difícil de entender, embora, com certeza, poucos o identifiquem em sua própria vida. Entretanto, basta examinar superficialmente o assunto para constatar que não há nada mais abundante ou comum no cristianismo de hoje (ou do passado) do que a prática de classificar todo o mundo em diversas categorias, às quais se dá nomes ou "rótulos".
Estamos vivendo no século XXI, e já faz mais de cem anos que a escravidão como prática legal, entre os países do mundo, foi abolida. A sociedade mundial está progredindo e melhorando, e logo o homem conseguirá vencer sobre doenças, miséria e guerra também. Certo? ERRADO!
Estamos nos aproximando de outro período eleitoral no Brasil. Temos de escolher alguém para ocupar o cargo mais importante do país e do estado, além de representantes para o Congresso Nacional e Assembléias Legislativas.
Você ficou chocado com a capa desta edição? Achou que talvez a revista Impacto estava se aliando a alguma nova modalidade de Teologia da Libertação, ou defendendo uma vida ascética de abnegação como caminho para uma maior espiritualidade?
A morte não é exatamente um assunto popular. Causa-nos pavor pensar em perder familiares, parentes, amigos íntimos. E por mais que testemunhemos da nossa certeza de salvação e vida eterna, a possibilidade de partir desta vida, de deixar tudo que temos, tudo que estamos fazendo, e todas as pessoas que amamos aqui, geralmente não nos parece uma perspectiva muito atraente.
Poucas palavras encerram no seu significado um contraste maior com o estilo de vida moderno do que esta que escolhemos como tema da primeira edição do ano 2002: Aquietar-se.
O tema desta edição, sobre a verdadeira essência da igreja de Jesus, evidentemente não caberia dentro dos limites das páginas desta revista. Quanta coisa já foi escrita no passado, quantos livros já existem sobre este assunto!
Você se lembra de como o mundo inteiro aguardava com expectativa a chegado do ano 2000? De como se planejava gigantescas celebrações para a entrada do novo milênio? Dos temores e preparações frenéticas para a mudança da data (Y2K) nos sistemas de informática, que talvez causasse problemas sérios nos governos, bancos e sistemas de abastecimento? Do debate sobre quando o novo milênio realmente começava — em 1º de janeiro de 2000 ou 1º de janeiro de 2001?
O tema desta edição é a Santificação. Não como defesa de uma doutrina, conjunto de regras, ou experiência, mas como desafio do Senhor para a igreja no século XXI, e para nossa preparação como noiva para a volta gloriosa de Jesus.
A pior ignorância é daqueles que pensam que sabem quando realmente não sabem. Quanto mais a pessoa desconfia do seu próprio conhecimento, mais digna de confiança ela se torna. Um novo profissional, quer seja médico, advogado ou empresário, corre grandes perigos na medida em que pensa dominar sua profissão baseando-se apenas em sua formação teórica.
É com muita alegria e expectativa que apresentamos mais esta edição da Revista Impacto. Cremos que as matérias nela contidas servirão de edificação para TODOS, seja qual for sua idade, sexo, denominação religiosa ou nível de escolaridade pois trata de um assunto que TODOS conhecem de perto: PROBLEMAS!
Se quisermos estar prontos para os eventos que sobrevirão ao mundo e ser usados nos propósitos de Deus nestes últimos dias, precisamos deixar de lado toda nossa vaidade intelectual, preconceitos e autocongratulação e começar a buscar ao Senhor com seriedade e humildade. É necessário estudar a Palavra com muita sinceridade e abertura de coração, atentar para o que Deus está falando com outros irmãos, e acima de tudo aprender e praticar o ministério sacerdotal de intercessão e comunhão com Deus.
Estamos vivendo numa época crucial na história do mundo e no plano cósmico de Deus. O século XX está dando os últimos suspiros e os primeiros raios do século XXI já aparecem no horizonte. É de vital importância que a igreja de Jesus Cristo saiba o que Deus está pensando neste momento. Mais do que nunca precisamos de atalaias, profetas, "alguém que saiba até quando isto durará" (SI 74.9).
Apesar da ênfase bíblica sobre o perigo de ser enganado nos últimos dias, as pessoas em geral se lembram mais dos outros sinais: guerras, rumores de guerras, fomes, terremotos, sinais no céu, o aparecimento da besta e o perigo de levar sua marca.
...a revista inteira aborda um assunto só: Avivamento - o que é e o que não é. Nosso propósito, como sempre, não é dar respostas finais, mas estimular o diálogo e incentivar o povo de Deus a inquirir dele qual a sua vontade para nosso país e nossa geração.
O paradoxo de nossa era na história é que gastamos mais, mas temos menos compramos mais, mas desfrutamos menos. Temos casas maiores e famílias menores; mais conveniências, mas menos tempo; mais remédios; mas menos bem-estar. Estes são os tempos de homens altos; e caráter pequeno, lucros enormes, e relações superficiais.
Não é difícil ser 100% para Deus. É impossível! Se chegarmos a esta conclusão seremos forçados a clamar a Deus por uma nova revelação da sua graça, um novo arrependimento da nossa vida espiritual tão fraca e diluída e um novo derramamento do seu Espírito, transformando-nos num povo tão radical e revolucionário em nossa geração como foi a igreja apostólica na sua.
Desejamos que você seja desafiado ao ler cada artigo, para que possamos voltar para a palavra do Messias que diz: "Arrependei-vos, porque está próximo o Reino de Deus"(Mt 3.2).
É Natal. E daí? Alguém percebeu? Se não fosse pelas ofertas especiais das lojas de departamentos, e pelos tradicionais ícones do consumismo natalino como Papai Noel, árvore de Natal, luzes etc, ninguém notaria. À medida que o novo milênio se aproxima, esta festividade que deveria ser a de maior significado para todos nós tem perdido gradativamente seu grau de importância.
Esta edição da Revista Impacto traz uma questão muito importante para todos nós como cristãos. Ela trata do passado, mas de um passado cujas marcas perpetuam-se até o dia de hoje. Ela fala dos erros da igreja no passado, mas que ainda hoje precisam de perdão, e acima de tudo de reconciliação.
A medida que o fim se aproxima, a tendência humana de se empolgar com notícias fantásticas e especulativas agrava-se no meio dos evangélicos e toma a forma de preocupações exageradas em torno da marca da besta, do número da besta, do anticristo, de possíveis datas do retorno de Cristo e de boatos sobre conspirações satânicas.
Vivemos num ano estratégico, véspera da virada do milênio. Como cristãos, precisamos ficar atentos ao significado da época em que vivemos, pois o nosso Deus é o Deus da história, que trabalha no tempo e no espaço. O plano de Deus descrito na Bíblia ainda não terminou. Pelo contrário, seus eventos mais importantes ainda não aconteceram!
Para o homem atual em nosso mundo ocidental as palavras são baratas. Elas o bombardeiam de todos os lados, em livros, jornais, revistas, televisão, rádio, no ruído da vida cotidiana. Ele recebe as palavras como informação, como se fossem suas servas. Ele tem a opção de retê-las ou ignorá-las, conforme desejar.
Na verdade Deus não quer controlar apenas algumas áreas de nossas vidas. Ele quer que tudo que façamos esteja debaixo do seu controle. Nossos relacionamentos horizontais são tão importantes para ele quanto nosso relacionamento vertical.
Nessa edição trazemos mais perguntas do que respostas. Isso porque cremos que somente através de perguntas sábias chegaremos a respostas concretas.
Este é o primeiro número de uma revista que nasce com um propósito definido: Edificar o povo de Deus em todo o Brasil, independente da sua denominação, posição ministerial, classe social ou nível de escolaridade, com uma palavra sólida e consistente.